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Luto no Tigre

Morre Peixe-Gato, mordomo e ícone do Rio Branco, aos 59 anos, em Americana

Aparecido Ferrari, o Peixe-Gato, estava internado desde a última semana e morreu por conta de uma embolia pulmonar

Por Lucas Ardito*

28 de maio de 2024, às 17h59 • Última atualização em 29 de maio de 2024, às 10h55

O Rio Branco perdeu nesta terça-feira (28) um dos ícones de sua história. Morreu aos 59 anos o mordomo do clube, Aparecido Ferrari, popularmente chamado de Peixe-Gato, vítima de uma embolia pulmonar. Ele estava internado desde a última semana no Hospital Municipal Dr. Waldemar Tebaldi, em Americana.

Recentemente, Peixe passou por uma cirurgia de hérnia inguinal, de acordo com o clube, mas teve complicações. A piora ocorreu nesta terça, quando ele precisou ser entubado e não resistiu. O óbito se deu às 17h20.

Peixe-Gato completaria 60 anos em novembro. Ele deixa esposa e um filho.

Peixe-Gato com a taça da da Série A4, conquistada neste mês de maio, e a da A3, de 2012 – Foto: Gustavo Tomazeli / Rio Branco

Peixe-Gato estava ligado ao futebol de Americana desde meados dos anos 1970. Ele começou sua trajetória ainda no AEC (Americana Esporte Clube), ainda como gandula, e permaneceu quando o Rio Branco retomou as atividades profissionais, em 1979. Como mordomo, Peixe cuidava do vestiário do estádio Décio Vitta e dos uniformes dos jogadores.

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Ele esteve presente nos principais momentos da história do Rio Branco, trabalhando com grandes nomes que passaram pelo Tigre como Mineiro, Marcos Assunção, Flávio Conceição e Macedo, por exemplo. O mordomo esteve, inclusive, na campanha do título do Campeonato Paulista Série A4, conquistado pelo clube no início deste mês.

Peixe-Gato está ligado ao futebol de Americana desde a época de AEC, em meados dos anos 1970 – Foto: Arquivo / Liberal

Por meio das redes sociais, o clube lamentou a perda de seu mordomo. “O Rio Branco Esporte Clube lamenta infinitamente e é eternamente grato pelos serviços e convivência do dia a dia. Faz parte da nossa história e deixa um legado ao clube”, afirmou a nota.

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“Nós temos que lembrar dele bem. É uma pessoa de riso fácil, um amigo”, comentou o gerente de futebol do Rio Branco, Brenno Presotto, à Rádio Clube (AM 580).

Em fevereiro deste ano, Peixe-Gato foi homenageado pelo clube devido aos serviços prestados ao longo das décadas em que esteve no Tigre. Ele recebeu uma placa ao lado do supervisor Benedito Fusco, o Xororó, outro ícone riobranquense.

O velório de Aparecido Ferrari começa às 12h no Estádio Décio Vitta, em Americana, e em seguida, às 16h30, o corpo será levado ao Cemitério do Parque Gramado, onde ele será sepultado;

*Estagiário sob supervisão de Guilherme Magnin.

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