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Americana

Princesa, tigresa do Parque Ecológico de Americana, morre aos 19 anos

Animal estava em tratamento veterinário; exames apontaram alterações nos rins e fígado

Por Redação

01 de dezembro de 2023, às 17h56 • Última atualização em 01 de dezembro de 2023, às 18h04

A tigresa Princesa - Foto: Marília Pierre/Prefeitura de Americana

A Prefeitura de Americana divulgou, no final da tarde desta sexta-feira (1º), que a fêmea de tigre siberiano que vivia no Parque Ecológico morreu no último domingo (26). Princesa, como era chamada, tinha 19 anos.

Segundo a prefeitura, a tigresa estava em tratamento veterinário há três semanas, depois de apresentar um quadro de incontinência urinária, o que pode ter levado ao desenvolvimento de algumas feridas na cauda.

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“O animal estava sendo monitorado pelos tratadores e veterinários, mas apresentou redução na quantidade de alimento ingerido nos últimos dias. Foi mantido em tratamento com avaliação constante dos técnicos”, informou a prefeitura.

Ainda segundo a prefeitura, a necropsia do animal foi realizada no Hospital Veterinário da FAM (Faculdade de Americana) e foram constatadas alterações nos rins e fígado compatíveis com a idade do animal. Foram coletados diversos materiais para exame microscópico (histopatológico) que serão encaminhados para análise no Instituto Adolfo Lutz.

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Princesa nasceu em Americana em 15 de agosto de 2004 e superou a expectativa de vida da espécie, de 15 anos. Sob cuidados humanos, vivem em média 20 anos.

“Ao mesmo tempo que a equipe do Parque Ecológico se sente triste pelo ocorrido, está consolada pelo fato de que durante toda a vida do animal, ele foi muito bem tratado, recebendo sempre o carinho e cuidados de todos os funcionários”, afirmou o secretário de Meio Ambiente, Fábio Renato de Oliveira, por meio da assessoria de imprensa da prefeitura.

Morte de leão causou polêmica

No início deste ano, a morte do leão Nagan, do Parque Ecológico, foi motivo de polêmicas após denúncias de negligência e maus-tratos. O caso, inclusive, foi levado à Justiça. 

O laudo da necropsia do leão, no entanto, apontou que o óbito foi provocado por câncer no fígado. O animal morreu em 31 de dezembro do ano passado, aos 24 anos, no Parque Ecológico.

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