Gata com Síndrome de Down ganha livro escrito por tutores

Maya foi resgatada pela Odd Cat Sanctuary, uma ONG que ajuda gatos com algum tipo de doença ou problemas de comportamento


A gata Maya nasceu com um cromossomo extra e, com isso, seus olhos não são simétricos, as pernas são curtas e os pés grandes. Em 2017, ela foi encontrada em um lixão quando era filhote.

Maya foi resgatada pela Odd Cat Sanctuary, uma ONG que ajuda gatos com algum tipo de doença ou problemas de comportamento, quando estava em uma lista de eutanásia.

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Today is a really important day— a day that should be honored every single day, too. Today is the day we spread the word to end the R- word, and promote inclusion, instead. Today, we pledge to not just never use the word "retarded", but to educate others on why it's such a hurtful and harmful word. When you use "retarded" to insult a person or object, you are insulting the identity of those with intellectual disabilities — those who are living with challenges already, and who have done nothing to cause you harm. You are labeling them as "other" or "less than" or "stupid", when in fact, they are not. You are perpetuating a single-minded stereotype that puts down the largest minority on the planet and makes our world worse. Please consider this anytime this word creeps up in your mind, and share with others why they shouldn't use it, either. Take a moment to think about what the world would be like if we focused on the positives of those with intellectual disabilities instead — what would happen if we included them, rather than using their identities as insults. If we could embrace the beauty of being different, of being ourselves. Imagine what would happen if we were all more open-minded. If we could just be happy, and let others be happy, too. A world where everyone felt comfortable, felt welcome, and feels included. If everyone felt like they belonged. This doesn't have to be something we dream about or read about in long posts on Instagram. It's something we can make happen. So join us today, and every day. Together, we can spread the word to end the word, and make our world a more inclusive place for all.

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Depois, ao explicar a história da gatinha nas redes sociais, Laura Beader decidiu adotá-la.”Vimos o post dela e nos apaixonamos imediatamente”, afirmou.

A gata Maya caiu nas graças dos internautas e ganhou um perfil só dela no Instagram, o Meet Maya Cat. “Este é o mundo de Maya e nós apenas vivemos nele”, diz a legenda da foto em que a gatinha aparece no sofá. A rede social é alimentada pelos tutores dela.

Agora, os tutores de Maya decidiram lançar o livro Meet Maya Cat, ou Conheça a Gata Maya, em tradução literal. Um dos objetivos é incentivar as crianças a tratar bem pessoas ou até os animais que têm alterações genéticas.

Todo o dinheiro arrecadado com a venda da obra será revertida para a ONG Odd Cat Sanctuary e para os Jogos Olímpicos Especiais de Massachusetts, nos Estados Unidos.

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