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hatch

Onix RS justifica o visual esportivo com uma dinâmica mais agressiva

Versão traz elementos que exaltam essa natureza; motor rende 116 cavalos com gasolina ou etanol

Por Eduardo Rocha / Auto Press

13 de abril de 2024, às 09h00

São poucos os modelos que merecem os ornamentos que as versões esportivas ostentam. Uns poucos têm motorização específica, mas em geral, o comportamento dinâmico é rigorosamente igual.

Com a pintura metálica como a da versão avaliada, o modelo fica em R$ 117.490 – Foto: Eduardo Rocha/Carta Z Notícias

Mas apesar da linha RS do Onix ter nascido com o conceito de oferecer apenas alterações visuais – até para ser mais acessível ‑, a Chevrolet mudou sutilmente essa lógica, com um mapeamento mais agressivo para o motor 1.0 Turbo de três cilindros.

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Nas demais configurações turbinadas, o Onix hatch já exibe um comportamento convincente, mas no RS há uma melhora de desempenho.

Ainda assim, o maior diferencial do modelo é visual. A versão traz elementos que exaltam este lado mais agressivo, como para-choques mais robustos, spoiler integrado dianteiro e extrator no traseiro, rodas, capas de retrovisor e grade em preto brilhante.

A grade ainda tem uma trama em colmeia. O modelo traz um aerofólio traseiro em preto e saias laterais na cor da carroceira. Por dentro, os bancos ostentam revestimento misto de tecido e couro sintético pespontado.

A linha RS se caracteriza por um visual esportivo, mas sem grandes exageros – Foto: Eduardo Rocha/Carta Z Notícias

Teto e colunas têm revestimento em preto. As saídas de ar laterais possuem um pequeno friso vermelho na base. Ou seja: o visual é esportivo, mas sem exageros.

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Conteúdo

O conteúdo do RS é o ponto fraco da versão. Ele traz apenas os itens normais de um modelo da categoria, como trio e direção elétrica e ar analógico, sensor traseiro, luz diurna em LED, faróis de projetores com máscara negra e seis airbags.

Faltam itens quase obrigatórios para um modelo na faixa de preço de R$ 115 mil, como câmera de ré e chave presencial, encontradas na versão LTZ, que é ligeiramente mais barata.

O sistema da central multimídia MyLink tem tela em LCD de 8 polegadas sensível ao toque, com conexão Bluetooth para dois celulares simultaneamente, e espelhamento por meio dos aplicativos Android Auto e Apple CarPlay.

Por dentro, o isolamento acústico abafa os ruídos de rodagem e só deixa passar o ronco do motor – Foto: Eduardo Rocha/Carta Z Notícias

Motorização

Por outro lado, o hatch traz sob o capô uma versão mais agressiva do motor 1.0 turbo de três cilindros, que oferece enorme agilidade ao modelo, sem qualquer sombra de turbolag, mesmo nas arrancadas e retomadas mais repentinas.

Ele rende 116 cv de potência e 16,3/16,8 kgfm de torque, com gasolina/etanol.

Na versão, ele é gerenciado por um câmbio automático de seis marchas, com um botão na alavanca para mudanças manuais sequenciais.

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O modelo chega à máxima de 187 km/h e faz de zero a 100 km/h em 10,1 segundos bebendo etanol. Esses números não mudam em relação a outras versões, mas o Onix RS cumpre a tarefa de uma forma mais interessante.

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