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Natação

Natação Americana se destaca em torneios das categorias Mirim e Petiz da CBDA

Somando as duas categorias, equipe americanense conquistou 28 medalhas e foi a melhor de São Paulo na Mirim

Por Lucas Ardito*

27 de maio de 2024, às 19h00 • Última atualização em 27 de maio de 2024, às 23h14

A Natação Americana foi destaque no Festival CBDA (Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos) Sudeste de Natação, disputado neste fim de semana, em Belo Horizonte (MG), nas categorias Mirim e Petiz. Somando os dois torneios, a equipe americanense faturou 28 medalhas, sendo 11 de ouro. 

O melhor desempenho foi no Festival Mirim, no qual o time terminou em segundo lugar no quadro de medalhas, com nove ouros e três bronzes. Além disso, ficou em quinto lugar na pontuação de clubes, com 428,5 pontos, sendo o melhor colocado entre as equipes do Estado de São Paulo. 

Atletas da categoria Mirim da Natação Americana – Foto: Divulgação

Dos medalhistas, o grande destaque ficou por conta de Antonio Pompermayer, que faturou quatro medalhas de ouro individuais e uma no revezamento 4×50 m livre, ao lado de Miguel Carvalho, Murilo Zeraik e Renato Bosi Porto. Além deles, Davi Spagnol Silva levou dois ouros, enquanto Chrystopher Daniel Paula e Caio Miguel Silva conquistaram um cada. 

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Além das medalhas, Antonio Pompermayer ficou na liderança do ranking de pontuação individual. Com 72 pontos, ocupou a primeira posição ao lado de Rafaela Santana e Luiza Walty. 

Já na Petiz foram duas medalhas de ouro e 16 ao todo. Os primeiros lugares foram conquistados por Pedro Facina da Rocha, nos 400 m livre e 100 m peito. Na pontuação geral, a equipe de Americana ficou em 10º lugar, com 337,5 pontos, enquanto Pedro foi o quarto melhor atleta, com 84. 

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Avaliação positiva

“A pontuação foge um pouco da realidade de qualidade, porque no Festival Sudeste quanto mais atletas, maior a pontuação. Como a gente não tem tanto atleta, a gente usa o quadro de medalhas para referência”, disse o coordenador da Natação Americana, Fabio Cremonez. 

“Isso mostra que o trabalho é feito com qualidade e ele vai seguir. Quanto melhor o trabalho na base, melhor ele vai ecoar no futuro para a Natação Americana. É um trabalho continuado”, completou.  

*Estagiário sob supervisão de Guilherme Magnin.

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