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Um passo além

Bailarinas de Americana conquistam vagas em companhias de dança renomadas

Alicia Agnes e Maria Luiza, de 14 e 15 anos, se destacam e conquistaram vagas em companhias do Brasil e dos Estados Unidos

Por Isabella Holouka

18 fev 2021 às 08:15 • Última atualização 18 fev 2021 às 08:16

Anos de treinamentos intensos e disciplina, visando não só o preparo físico, mas especialmente o emocional, resultam nas primeiras conquistas de duas bailarinas em formação em Americana, rumo à carreira profissional na dança.

A americanense Alicia Agnes Neves, de 15 anos, foi selecionada entre 34 bailarinos do País na primeira fase da tradicional Escola do Teatro Bolshoi no Brasil, localizada em Joinville (SC).

Maria Luiza Braghini Mafra, de 14 anos, nascida em Campinas e moradora de Americana, conquistou uma bolsa de estudos no concorrido Miami City Ballet School, nos Estados Unidos, para curso em julho deste ano.

Até chegarem ao processo seletivo, foram mais de três anos de treinos diários e intensos, em grupo e individuais – Foto: Ernesto Rodrigues / O Liberal

“Brincamos que elas nasceram para isso. Têm a musculatura e o perfil que o ballet clássico exige. Sabemos que outras modalidades são mais maleáveis, mas elas querem se profissionalizar. Eles são muito criteriosos, e por isso estamos muito felizes com essa aprovação”, conta Cris Furlan, professora e proprietária da Companhia da Dança, escola em que Alicia e Malu desenvolveram a técnica e o amor pelo ballet.

Ela explica que as alunas terão acesso a aulas e apoio de profissionais renomados destas instituições, além de oportunidades de realizarem audições para integrarem as companhias como bailarinas-estudantes regulares.

Até chegarem aos processos seletivos, que neste ano foram online, elas tiveram mais de três anos de treinos diários e intensos, em grupo e individuais, com o apoio incondicional das famílias, segundo Cris.

“Eu sempre tento não criar expectativas, dar o meu melhor, assim como nas aulas. Mas este é o resultado de tudo isso. Vai ser muito legal ter os ensinamentos de professores tão renomados, voltar com mais técnica ainda e, com certeza, mais motivação”, comenta Malu.

“É uma grande oportunidade, sabemos que o ballet não é fácil, não são apenas passos. É preciso ser artista. O ballet é uma vida, não é só aqui. É em casa, é na alimentação. Estamos sempre pensando no que temos que melhorar”, complementa Alícia.

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