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MOSQUITO

Santa Bárbara tem três mortes por dengue

Secretaria de Saúde confirmou as primeiras mortes do ano; desde 2019 o município não registrava casos fatais da doença

Por Caio Possati

21 de maio de 2022, às 08h43 • Última atualização em 21 de maio de 2022, às 08h47

Prefeitura de Santa Bárbara informou que segue realizando ações de combate, como nebulização - Foto: Divulgação / Prefeitura de Santa Bárbara d'Oeste

A Secretaria de Saúde de Santa Bárbara d’Oeste informou nesta sexta-feira as primeiras mortes por dengue em 2022. Os casos foram confirmados pelo GVE-Campinas (Grupo de Vigilância Epidemiológica).

A dengue vitimou uma mulher 78 anos, em 16 de abril; uma mulher de 94, morta em 1º de maio, e um homem, de 88 anos, que também faleceu no primeiro dia do mês.

A prefeitura não informou em que bairros as vítimas moravam, mas afirmou que os óbitos foram notificados no Hospital Unimed de Americana. Outras quatro mortes suspeitas estão sendo investigadas e aguardam resultados de exames. Até o momento, 1.467 casos de dengue foram confirmados na cidade.

As mortes interrompem um período de mais de dois anos sem óbitos por dengue no município. O último ocorreu em 2019, em uma epidemia da doença. Na ocasião, duas pessoas morreram.

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A informação das três primeiras mortes em território barbarense acontece em paralelo à crescente de vítimas na região. Na última terça-feira, Americana registrou a sexta morte pela doença em 2022.

Crescente
Em 2022, Santa Bárbara vem registrando saltos no número de casos. Se no primeiro trimestre a cidade acumulou 350 pessoas com a doença – aumento de 140% em relação ao mesmo período do ano passado -, em 27 de abril, o município viu o número crescer para 749, alta de 114% em menos de um mês.

Até esta sexta, outro salto: a quantidade de pessoas contaminadas registrada pela Vigilância Epidemiológica foi de 1.467. Um crescimento de 99,8 % em 23 dias.

Em resposta aos números, a Secretaria de Saúde tem reforçado que em 2022 todo o País tem sofrido com um aumento de casos da dengue e demais arboviroses. Na última quarta, a pasta informou que segue realizando ações de combate ao mosquito transmissor Aedes aegypti, como visitas domiciliares e nebulização.

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