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SANTA BÁRBARA, 205 ANOS

Santa Bárbara aposta em ciclovias como alternativa no trânsito

Plano Municipal de Mobilidade Urbana prevê implantação de mais 61 km de faixas exclusivas para ciclistas

Por Cristiani Azanha

04 de dezembro de 2023, às 07h25 • Última atualização em 04 de dezembro de 2023, às 07h26

Avenida João Ometto é uma das vias que já contam com ciclofaixa - Foto: Marcelo Rocha/Liberal

Preocupada com questões de mobilidade, Santa Bárbara d’Oeste está apostando nas ciclovias e ciclofaixas como uma alternativa para amenizar a presença dos veículos nas ruas e valorizando a qualidade de vida.

O Plano Municipal de Mobilidade Urbana já foi protocolado na câmara com 13 metas para os próximos dez anos, entre elas a implantação de mais 61 quilômetros de ciclovias e ciclofaixas em 51 vias da cidade.

Dessa forma, segundo o projeto, a malha cicloviária do município passará a ter 70,9 quilômetros de traçado no total. A proposta ainda precisa passar por votação entre os vereadores.

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Secretário municipal de Segurança, Trânsito e Defesa Civil, Rômulo Gobbi participou dos estudos do plano e enfatiza que a proposta usa o modelo adotado por vários países da Europa, especialmente em questões ambientais.

“Essa medida vem ao encontro das alternativas adotadas pelo mundo inteiro para amenizar o aquecimento global, pois diminui a emissão de poluentes, ao mesmo tempo em que incentiva que as pessoas tenham mais qualidade de vida”, relata Gobbi.

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Segundo ele, as primeiras ciclofaixas foram implantadas na Avenida João Ometto, ainda na gestão do prefeito Denis Andia (2012-2020), hoje, secretário nacional de Mobilidade Urbana, no Ministério das Cidades.

“A ideia é trazer mais segurança para o ciclista, pois ele vai transitar em uma área específica e com chances reduzidas de acidentes de trânsito. A proposta é que a gente consiga ligar vários pontos da cidade”, ressalta o secretário.

Andia diz que o plano de mobilidade começa a ser gradativamente um pré-requisito para o recebimento de verbas dos governos estadual e federal.

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“A partir de abril de 2024, o município que tenha mais de 250 mil habitantes não pode receber recursos, se não tiver o seu plano mobilidade. Depois de abril de 2025, a regra vale para cidades com mais de 20 mil”, diz o ex-prefeito.

O plano que deverá ser votado em Santa Bárbara, prevê 33 quilômetros de ciclofaixas, que são faixas sinalizadas para uso exclusivo de bicicletas, e 28 quilômetros de ciclovias, que se caracterizam como pistas próprias destinadas aos ciclistas, separadas fisicamente do trânsito motorizado.

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