Hortolândia sobe em ranking de ‘Melhores Cidades para Fazer Negócios’

Estudo avalia fatores sociodemográficos, econômicos, financeiros e infraestrutura


Hortolândia é a única cidade da RPT (Região do Polo Têxtil) que aparece no ranking das 100 Melhores Cidades para Fazer Negócios, elaborado pela Urban Systems, empresa de inteligência de mercado. A cidade saltou da 90ª posição em 2018 para a 59ª na edição deste ano.

O estudo, produzido para a revista Exame e posteriormente divulgado à imprensa, aponta as melhores cidades para se investir, considerando fatores sociodemográficos, econômicos, financeiros, de transporte, infraestrutura e serviços.

Foto: Prefeitura de Hortolândia / Divulgação
Vista aérea de Hortolândia, o único município da RPT no ranking

Os dados analisados remetem, no geral, a dois anos anteriores à divulgação do estudo – na edição de 2019, por exemplo, foram utilizadas informações referentes a 2017.

Hortolândia apareceu entre as 100 melhores cidades para se fazer negócios nos anos de 2014, 2015 (edição em que obteve a melhor posição, em 22ª), 2016, 2018 e 2019.

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“A cidade está numa região que conta com uma rede logística privilegiada, próxima ao aeroporto de Viracopos. Outro item importante é que a cidade tem quase 100% de tratamento de água e esgoto”, avalia a secretária de Desenvolvimento Econômico de Hortolândia, Monique Freschet.

O PIC (Programa de Incentivo ao Crescimento) prevê investimentos para promover o desenvolvimento urbano, ambiental, social, humano e econômico para os próximos 30 anos.

As ações do programa são realizadas por meio de parcerias da prefeitura com a iniciativa privada, governos estadual e federal.

As demais cidades da região não aparecem no ranking – Americana esteve na lista nos anos de 2014, 2015, 2016 e 2017.

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A pesquisa traz ainda recorte dos municípios em quatro principais eixos relevantes para o desenvolvimento de negócios. Os eixos são desenvolvimento econômico, capital humano, desenvolvimento social e infraestrutura.

Nesses recortes, as demais cidades da região foram bem avaliadas. Americana aparece em rankings de capital humano (passou da 53ª posição para 50ª entre o ano passado e este ano), desenvolvimento social (caiu de 43ª para 52ª) e de infraestrutura (caiu de 22ª para 91ª). Santa Bárbara d’Oeste aparece no eixo desenvolvimento econômico (28ª posição) e Sumaré em infraestrutura (58ª posição).

O estudo está em sua sexta edição e analisa apenas cidades com mais de 100 mil habitantes. No total, são estudados os índices de 317 municípios brasileiros em todas as regiões do país. Por conta desse critério populacional, Nova Odessa não é incluída no estudo.

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