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REFORMA FOI ANUNCIADA EM 2019

Após caixão não passar pela porta, Velório de Nova Odessa é readequado e reabre

Reforma foi feita em 2020, mas porta era pequena e prefeitura teve que adequar

Por Pedro Heiderich

08 set 2021 às 17:03 • Última atualização 08 set 2021 às 19:20

Após adequações, enfim velório será reaberto – Foto: Divulgação/Prefeitura de Nova Odessa

Após ser necessária nova obra pelo fato de o caixão não passar pela porta, o Velório Municipal de Nova Odessa passou por readequações e reabre nesta quinta-feira (8).

As obras do local, orçadas em R$ 315 mil, deveriam ter começado em 2019. Uma reforma foi feita em 2020, momento em que o velório passou a ficar fechado.

Entretanto, além de outros fatores não cumpridos, um problema sério: a porta ficou pequena e foi necessária nova reforma em 2021.

A obra feita já pela gestão do prefeito Cláudio José Schooder, o Leitinho (PSD), incluiu adequações físicas, e o laudo do Corpo de Bombeiros. Foram instaladas ainda barras de pânico e outras adaptações de segurança.

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“Cumprimos as exigências e o que não foi feito na reforma em 2020, incluindo o alargamento da porta de entrada, deixada com 1,20 metro de vão. Tivemos que refazer para 1,90, o mínimo necessário”, explica a secretária de Obras, Miriam Lara Netto.

Segundo a arquiteta, a demora para a abertura do Velório se deu exatamente em função dos problemas no projeto da reforma, definido e licitado ainda no ano passado.

A reforma de 2020 também não foi completa. “Foram previstas apenas pintura parcial, troca de piso parcial e outros pequenos reparos. Não houve a reforma da cozinha, ficando em péssimo estado de conservação”, disse.

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O prédio do Velório Municipal, situado na Avenida Eddy de Freitas Crissiúma ganhou nova pintura, troca de lâmpadas, 120 novas cadeiras, além de bebedouro, mesa com cadeiras, fogão e geladeira para a cozinha.

O local poderá receber ao mesmo tempo até dois velórios, com a presença de até 50 pessoas, evitando aglomerações por conta da pandemia do coronavírus (Covid-19).

Segundo o gestor do Velório, Wilson Ribeiro, a limitação deve ser suficiente para a demanda atual em Nova Odessa, que caiu de uma média de quatro sepultamentos por dia, no auge da segunda onda da pandemia, para dois.

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