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AMERICANA

TJ nega recurso e mantém pena de condenados por latrocínio em açougue

Trio pleiteava desclassificação de qualificadoras para conseguir redução das penas por crime na Casa de Carnes Colina

Por André Rossi

17 out 2020 às 08:08 • Última atualização 17 out 2020 às 17:02

A 15ª Câmara de Direito Criminal do TJ-SP (Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo) negou nesta quinta-feira (15) o recurso apresentado pela defesa dos três condenados no caso do latrocínio na Casa de Carnes Colina, em Americana, no dia 13 de outubro do ano passado.

Em 17 de junho deste ano, o ajudante de pedreiro Vinícius Pereira de Oliveira, 24, autor dos disparos que vitimaram a comerciante Giani Aparecida Molina de Lião, de 54 anos, foi sentenciado a 35 anos de prisão e 30 dias-multa.

Crime ocorreu na Casa de Carnes Colina, em outubro do ano passado – Foto: Leonardo Oliveira – O Liberal

A defesa pleiteava a desclasssificação para o crime de lesão corporal seguida de morte.

Já os outros dois envolvidos no crime, Maicon Rogério Alves, 23, ex-funcionário do açougue e responsável por planejar o assalto, e Florisvaldo José Prock, 46, que apresentou Vinicius a Maicon, foram condenados a cumprir 26 anos e oito meses de prisão, além de 26 dias-multa.

O advogado de Maicon almejava a absolvição do seu cliente por insuficiência probatória ou a desclassificação para o crime de lesão corporal seguida de morte.

Giani foi atingida no peito e socorrida ao Hospital da Unimed, mas não resistiu ao ferimento – Foto: Reprodução – Facebook

Já a defesa de Florisvaldo visava a redução da pena com o reconhecimento de “participação de menor importância” e desclassificação para lesão corporal.

No julgamento, o relator Ricardo Sale Júnior disse que as confissões dos condenados corroboram com as provas produzidas e que é “impossível se falar em absolvição, desclassificação do delito ou reconhecimento de participação de menor importância”.

O magistrado também manteve o regime inicial fechado para os condenados.

Outro lado

A advogada de Vinicius, Camila Gobbo Vassalo, e a defensora de Florisvaldo, Joyce Correira de Souza, disseram que ainda não foram intimadas da decisão e que preferiam não se manifestar.

O LIBERAL não conseguiu contato com o advogado de Maicon, Edmilson Francisco Polido, pelo número fixo de seu escritório até a publicação desta matéria.

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