Sob olhares do ex-atacante França, São Paulo vira sobre São Bento em jogo-treino


Em jogo-treino fechado para os jornalistas, o São Paulo venceu o São Bento por 4 a 2, de virada nesta sexta-feira, no CFA Laudo Natel, em Cotia. A partida foi disputada com dois tempos de 50 minutos e teve na torcida a presença do ex-atacante França, quinto maior artilheiro da história do clube tricolor.

O técnico Cuca optou por começar a partida com os reservas e terminou o primeiro tempo perdendo por 2 a 1. Minho e Zé Roberto marcaram para o time de Sorocaba. O volante Diego descontou. Na etapa final, com os titulares em campo Alexandre Pato, Tchê Tchê e Toró viraram a partida.

O elenco são-paulino está concentrado no CT de Cotia e volta a treinar no sábado, às 10h, com os portões fechados. No domingo, os jogadores receberão folga. Na sexta-feira, França, que marcou 182 gols pelo time tricolor, visitou o clube. O ex-atacante atualmente mora no Japão e acompanhou o jogo-treino.

“Foi legal reencontrar os funcionários do clube e recordar os momentos que vivi pelo São Paulo. Foi assim também quando estive no Morumbi esta semana. O CFA tem uma estrutura fantástica e, com certeza, fortalecerá o time para o segundo semestre”, afirmou.

França teve um tempo para conversar com alguns jogadores do atual elenco como Antony, Alexandre Pato, Hernanes, além do técnico Cuca. “Estou sempre na torcida pelo clube, e desejei sorte ao pessoal no retorno do Campeonato Brasileiro”, comentou.

O ex-jogador atuou pelo São Paulo na década na virada dos anos 90 para 2000. Ele conquistou o Paulistão de 1998 e 2000, além do Torneio Rio-São Paulo de 2001. Do clube paulista, ele foi para o Bayer Leverkusen, da Alemanha. Quinto maior artilheiro da história, ele só é superado apenas por Serginho Chulapa (242), Gino Orlando (233), Luis Fabiano (212) e Teixeirinha (189).

“O São Paulo estará sempre no meu coração. E guardo com muito carinho todo o apoio que recebi dos torcedores. Mesmo de longe, no Japão, sempre acompanho o clube. E lá também percebo a grandeza do São Paulo, porque os japoneses não esquecem as passagens do Tricolor por lá nos três mundiais”, concluiu.

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