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APELO

Sindicato se posiciona contrário ao retorno às aulas presenciais

Sinpro Campinas teme um aumento “significativo” de casos de Covid-19; Americana e Santa Bárbara mantêm calendário

Por Rodrigo Alonso

20 Janeiro 2022, às 19h30 • Última atualização 20 Janeiro 2022, às 19h31

O Sinpro Campinas (Sindicato dos Professores de Campinas e Região) emitiu uma nota, nesta quinta-feira (20), na qual se posiciona contrário à volta às aulas presenciais nas escolas e universidades do Estado de São Paulo, marcada para 7 de fevereiro.

Mesmo assim, as prefeituras de Americana e Santa Bárbara d’Oeste informaram ao LIBERAL que o calendário está mantido nas cidades.

O sindicato comunicou que teme um aumento “significativo” do número de professores, funcionários e alunos infectados pelo coronavírus (Covid-19).

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A entidade ainda diz que sua posição foi amparada pela ciência e baseada em estudo de especialistas e infectologistas. Outro argumento é que a vacinação de crianças de 5 a 11 anos começou só nesta semana.

“Não há vacinas em quantidades suficientes nem tempo hábil para que se complete a imunização dos estudantes antes do início do ano letivo”, justifica.

O Sinpro afirma ter encaminhado, nesta quinta, cartas de apelo e todos os prefeitos e secretários de Educação e de Saúde nos municípios compreendidos em sua área de cobertura, o que inclui Americana e Santa Bárbara.

A Prefeitura de Santa Bárbara argumentou que segue orientações do governo estadual e ressaltou, ainda, “a imunização já realizada nos profissionais da educação”.

A reportagem também perguntou às prefeituras de Hortolândia, Nova Odessa e Sumaré se haverá alguma mudança na programação nesses municípios.

A Prefeitura de Hortolândia apontou que o calendário segue o mesmo, com início das aulas presenciais em 7 de fevereiro, “considerando os dados atuais da cidade”, mas destacou que reforçará os protocolos sanitários. “Ressaltamos que o cenário é sempre monitorado e avaliado”, disse, em nota.

A administração de Sumaré comunicou que deve se posicionar nesta sexta. A Prefeitura de Nova Odessa não respondeu.

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