Empresa de Americana lança app para autenticar produtos

Aplicativo E-Original, desenvolvido pela Artezanal, permite que consumidor consulte origem de mercadoria e verificar se não é um produto pirateado


A empresa Artezanal, de Americana, lançou um aplicativo que permite ao consumidor conferir se o produto que está comprado é autêntico. O E-Original está disponível na Apple Store e na Play Store.

O app foi desenvolvido para resolver um problema de falsificação que a Artezanal estava enfrentando. A empresa possui licença para produzir mercadorias da marca Turma da Mônica, como sofás, poltronas, penteadeiras, baús e almofadas.

Foto: Divulgação
App foi desenvolvido para resolver um problema de falsificação que a Artezanal estava enfrentando

Contudo, a Artezanal identificou casos de falsificação nos pontos de vendas. Para coibir a prática, desenvolveu um aplicativo que permite, por meio de um QR Code, a identificação da origem do produto.

“No mercado hoje o problema de pirataria e falsificação é mundial. A gente fala que corrupção é um problema sério para a sociedade, mas com a pirataria e falsificação a sociedade perde milhares de vezes mais”, apontou o empresário Emerson Aparecido Favero, proprietário da Artezanal.

Por meio do E-Original o consumidor se registra como proprietário da mercadoria. Dessa maneira, a empresa consegue mapear onde os produtos estão e, também, abrir um canal de relacionamento com o cliente.

Além dos produtos da Artezanal, o E-Original também está sendo utilizado pela marca de roupas Westwing.

Circuito

O aplicativo foi lançado no ano passado, e desde então uma nova empresa foi criada para atender à demanda e aprimorá-lo. Com isso, o E-Original entrou no circuito de startups e passou a disputar concursos.

Hoje, o aplicativo integra o Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) São Caetano, polo da Indústria 4.0 no Brasil.

O app possui ainda o potencial de acessibilidade, já que os deficientes visuais podem ter acesso a informações do produto por meio da leitura do QR Code pelo celular.

Essa característica ainda está em desenvolvimento, e a empresa deve pleitear o registro do aplicativo normatizado para deficientes visuais junto à ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).

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