Definição sobre PPP pode ficar para sucessor, afirma Omar

Em dezembro, prefeitura abriu chamamento público para propostas de gestão do lixo em Americana, em uma eventual Parceria Público Privada


A definição sobre a PPP (Parceria Público Privada) para gestão do lixo em Americana pode ficar para o próximo prefeito. A avaliação é do chefe do Executivo, Omar Najar (MDB).

Em dezembro, a prefeitura abriu, a pedido da MB Engenharia, um chamamento público para receber propostas de gestão dos resíduos em uma eventual PPP.

Foto: Marcelo Rocha / O Liberal
Prefeito admite que processo pode atrasar e ficar apenas para o próximo prefeito

“Se servir e for interessante pra cidade, quem sabe”, afirmou o prefeito no fim do ano.

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No entanto, Omar admite que todo o processo pode demorar. “Até lá você tem que fazer audiências públicas, conversar com vereadores, tem uma série de pormenores que talvez eu nem consiga fazer”, completou o prefeito.

Terceirização

Atualmente, a prefeitura gasta R$ 20,8 milhões com a contratação de empresas para os serviços de coleta, varrição, roçagem e destinação final dos resíduos. E o governo municipal ainda faz parte do trabalho, como o complemento da varrição de ruas e coleta seletiva porta a porta.

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Se a PPP sair do papel, a ideia é que o parceiro privado faça todos os investimentos e seja remunerado pela taxa de limpeza urbana (já existente), venda de materiais recicláveis, cobrança dos serviços em grandes geradores e outras possíveis receitas complementares, conforme projetos a serem apresentados, segundo a assessoria da prefeitura.

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