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Celebridades

Inspiração em tudo

Na pele da bela viúva Hannah, de “Gênesis”, Yris Sampaio aposta em referências épicas e contemporâneas em sua atuação

Por Márcio Maio - Tv Press

05 jun 2021 às 08:51

Na história, Hannah é uma mulher que, depois de perder o marido, é obrigada a viver no palácio do Rei Abimeleque - Foto: Divulgação

Para muitos atores, interpretar um personagem de uma trama épica implica em estudos mais densos a respeito dos costumes e demais características do período em que seu personagem se encontra. Mas Yris Sampaio, apesar de não abrir mão desse tipo de pesquisa, parece não gostar de se limitar nesses momentos.

“Minha família é uma referência, assim como meus amigos, filmes, as peças de teatro a que já assisti, as pessoas com quem trabalhei, enfim, as minhas referências estão no cotidiano, o tempo inteiro. Tudo me inspira”, garante a intérprete da sofrida Hannah de “Gênesis”, folhetim da Record.

Na história, Hannah é uma mulher que, depois de perder o marido, é obrigada a viver no palácio do Rei Abimeleque, papel de Leonardo Franco, se tornando mais uma das belezas do harém dele. Apesar das dificuldades que a jovem enfrenta, sua intérprete não deixa de prometer reviravoltas nessa trajetória. “A Hannah é muito forte e determinada, ela vai correr atrás do que deseja, sem medo e sendo muito guerreira”, conta a atriz carioca, que já tinha feito uma pequena participação em outra novela da emissora, “Amor Sem Igual”. Na época, ela fez uma recepcionista do hospital em que Cindy, vivida por Juliana Lohmann, estava internada.

Raio X de Tamyris Sampaio Asty

Nascimento: 4 de outubro de 1990, no Rio de Janeiro/RJ.
Atuação inesquecível: A Hannah, de “Gênesis”.
Atuação memorável: Natalie Portman, a Nina Sayers de “Cisne Negro”, filme lançado em 2010; e Meryl Streep, como Francesca em “As Pontes de Madison”, de 1995.
Momento marcante na carreira: “Agora”.
Com quem gostaria de contracenar: “Com Natalie Portman, porque sou muito fã dela, além de Lilia Cabral e Marjorie Estiano”.
Se não fosse atriz, seria: “Sendo muito sincera, nunca consegui imaginar ser outra coisa, nunca tive uma segunda opção”.
O que falta na tevê: “Mulheres atuando como diretoras. Embora tenha melhorado bastante, acredito que ainda falta isso”.
Ator: Robert De Niro.
Atriz: “Natalie Portman e Majorie Estiano, além de muitas outras”.
Novela preferida: “A Vida da Gente”, da Globo.
Personagem mais difícil de compor: A Hannah, de “Gênesis”.
Que papel gostaria de representar: “Uma vilã”.
Filme: “La La Land: Cantando Estações”, dirigido por Damien Chazelle e lançado em 2016; e “Closer – Perto Demais”, dirigido por Mike Nichols e lançado em 2004.
Autor: Greta Gerwig e David Fincher.
Diretor: “Os mesmos, porque eles também são diretores: Greta Gerwig e David Fincher”.
Vexame: “Para mim, o machismo e preconceito são vexames”.
Mania: “De procurar saber sobre o elenco dos filmes que assisto. Às vezes, estou no meio de um e paro de ver, abro o Google e pesquiso sobre os atores”.
Medo: “De não me estabilizar em minha carreira”.
Projeto: “Estudar e trabalhar, sempre”.

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