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Política

Defesa nega vínculo com capitão Adriano

Por Agência Estado

07 jul 2020 às 12:33 • Última atualização 07 jul 2020 às 13:07

A veterinária Juliana Magalhães da Rocha não quis comentar o fato de ter alugado a casa onde o miliciano Adriano Magalhães da Nóbrega se escondeu na virada do ano. O advogado Danilo Bezerra de Castro, que a defende em um processo que corre no Tocantins, disse desconhecer vínculos dela com o ex-PM.

O Ministério Público do Tocantins moveu ação cível contra Juliana em janeiro de 2019, afirmando que ela recebeu salário da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Tocantins (Adapec) de julho de 2015 a outubro de 2016 sem trabalhar. O pedido decorre de um processo administrativo, aberto em 2016, que resultou na demissão de Juliana em agosto de 2018.

Na ação, o promotor Gustavo Schult Júnior informa que “declarações colhidas de servidores” confirmam que ela “não comparecia ao serviço”. A Justiça do Tocantins tentou notificar a veterinária no endereço do Rio, mas não a localizou.

O advogado de Juliana nega que sua cliente fosse “funcionária fantasma”. Castro disse que a acusação foi feita, de forma injusta, por outro servidor da Adapec com quem ela se desentendeu. Por nota, a Adapec informou que a veterinária foi aprovada em um concurso público em dezembro de 2014, contratada em janeiro 2015 e exonerada no ano seguinte, “pela prática da infração disciplinar de abandono de cargo”.

Defesas

O ex-assessor parlamentar Fabrício Queiroz contratou o advogado Emílio Catta Preta, que defendia Nóbrega e a família dele. O criminalista nega que Queiroz tenha cometido qualquer ilegalidade. Em recursos entregues à Justiça, afirma que o Ministério Público fez ilações que ignoram fatos.

O senador Flávio Bolsonaro, defendido pelos advogados Rodrigo Roca e Luciana Pires, nega irregularidades. Sua defesa conseguiu, no Tribunal de Justiça do Rio, decisão que garantiu foro especial para ele – retirando o processo da primeira instância, sob responsabilidade do juiz da 27.ª Vara Criminal, Flávio Nicolau Itabaiana. Pela decisão, o caso das “rachadinhas” será julgado pelo Órgão Especial do TJ. O MP recorre da decisão. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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