Defensoria do Rio determina trabalho remoto a servidores sob risco de coronavírus


A Defensoria Pública do Rio de Janeiro suspendeu atendimento presencial em sua sede, na capital fluminense, reservando apenas para casos de urgência ou intimações com prazo processual em curso. O órgão também determinou trabalho remoto a todos os servidores que estão sob risco de contaminação pelo novo coronavírus.

O grupo de risco são funcionários com mais de 60 anos de idade, com doença cardíaca ou pulmonar, realiza tratamento com medicamentos imunodepressores ou quimioterápicos; é diabético ou transplantado. Os demais servidores trabalharão sob regime especial, incluindo presencial e remoto.

As medidas vão durar trinta dias, a contar desta sexta-feira, 13.

“A Defensoria Pública do Rio de Janeiro, preocupada com seus integrantes e as milhares de pessoas que buscam atendimento diariamente na instituição, está em contato permanente com as autoridades sanitárias para adotar as medidas necessárias para reduzir o contágio”, informa o órgão, em nota.

A Defensoria também cancelou todos os eventos que seriam realizados na sede durante as próximas semanas e o atendimento em presídios e unidades socioeducativas.

Servidores que retornaram de viagens do exterior serão colocados para regime de home office por 14 dias. Após esse período, e caso não apresentem sintomas, entrarão no esquema especial de funcionamento da Defensoria.

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