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Bem-Estar

No Dia do Trigo, conheça mais sobre o principal derivado do grão: a farinha

Principais diferenças entre os tipos de farinhas de trigo, além de dicas de consumo

Por Nathalia Luperini - Attuale Comunicação

10 de novembro de 2023, às 15h52 • Última atualização em 12 de novembro de 2023, às 08h21

O dia 10 de novembro é marcado como o Dia do Trigo, o segundo cereal mais consumido no mundo e representa cerca de 30% da produção mundial de grãos. Um dos principais derivados do grão, a farinha de trigo está presente em boa parte das refeições de milhares de pessoas, seja em bolos, pães ou massas. Para se ter uma ideia, de acordo com o IBGE, o consumo médio per capita no país mais que dobrou nos últimos 40 anos. Atualmente, cada brasileiro consome cerca de 60kg de trigo em um ano – quantidade que, segundo a OMS, é considerada dentro da média ideal.

Com tamanha versatilidade nas preparações, a farinha foi ganhando diferentes tipos, se encaixando em diversos pratos e preferências dos consumidores. Pensando nisso, o Grupo Ocrim, empresa de moagem de trigo no Brasil, com marcas como Mirella, Trigolar, Amorati e Ambra, explica as diferenças entre as opções comercializadas.

Farinha de trigo tipo 1

A farinha tipo 1, mais comum e conhecida, é produzida a partir da moagem do miolo do grão com um mínimo de farelo da casca e contém principalmente carboidratos (amido) e proteínas (glúten). É indicada para preparar: pães, confeitaria em geral, massas (comuns e folhadas).

Ela é uma excelente fonte de carboidrato, vitaminas do complexo B, zinco e potássio, sendo uma importante fonte de energia e vitalidade ao sistema nervoso central, fortalecendo o sistema imunológico e auxiliando na hidratação dos tecidos do corpo.

Farinha de trigo tipo 2

Esse tipo é extraído da parte mais externa do grão (próxima da casca) e apresenta uma coloração mais escura e amarelada. É indicada para preparar: biscoitos com ou sem recheio e cookies.

Farinha de trigo integral

Já a farinha integral é produzida a partir da moagem completa do grão, por isso tem alta quantidade de fibras, o que promove maior absorção de água – daí a necessidade de aumentar cerca de 30% a quantidade do líquido nas receitas que têm essa farinha como base.

É indicada para preparar: massas mais consistentes, como pão integral e de centeio, bolos de frutas e cereais.

Farinha de trigo orgânica

A farinha de trigo orgânica vem ganhando espaço no mercado brasileiro com um crescimento de 63% somente em 2021. E não é para menos: com um sistema de produção que segue critérios rigorosos, incluindo a não utilização de produtos químicos, essa é uma das opções mais recomendadas para quem prioriza a saudabilidade e opta por alimentos ricos em nutrientes.

É indicada para preparar: bolos, pães e massas em geral.

Além da farinha e do farelo, os moinhos disponibilizam a fibra, o gérmen e os flocos de trigo. O grão inteiro e o triguilho – grão triturado, usado no preparo de quibes e saladas, por exemplo – também podem ser encontrados nas gôndolas.

A combinação de energia e saúde!


Segundo o Ministério da Saúde, os derivados do trigo fazem parte do grupo dos alimentos energéticos, encontrados na base da pirâmide alimentar, que devem ser consumidos de 6 a 11 porções diárias, dependendo do caso de cada pessoa. E existe um motivo para isso: eles fornecem diversas vitaminas, minerais e proteínas, além de serem ricas fontes de carboidrato – fundamental para garantir a energia necessária.

Confira a importância desse consumo em diferentes partes do dia.

No café da manhã

Durante o sono, o corpo continua trabalhando para garantir as funções básicas: respirar, manter a circulação e os órgãos em funcionamento, e também construir novas células e queimar gordura. Isso ocorre por cerca de oito horas, sem que o organismo receba qualquer tipo de “combustível”.

Ao acordar, é necessário repor toda a energia usada pelo corpo e, por isso, a necessidade de quebrar o tempo de jejum com um bom café da manhã.

Pular essa primeira refeição não é um hábito tão inocente quanto parece, pois pode aumentar os níveis de alguns hormônios que estão relacionados ao estresse e mau humor, além de favorecer o maior consumo de calorias ao longo do dia.

Presente na rotina de milhares de brasileiros, o pão é uma das opções mais indicadas para realizar essa reposição energética – não é à toa que ele acompanha a história da humanidade há cerca de seis mil anos.

Antes e depois de se exercitar

Para além do café da manhã, fontes de carboidrato também são grandes aliadas na prática de atividades físicas e no ganho de resultados. Antes dos exercícios, esse tipo de macronutriente fica armazenado no organismo na forma de glicogênio, uma substância essencial para o fornecimento de energia. Já após, atua na recuperação energética, muscular e de ligamentos.

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