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De saída

Lugano se despede do São Paulo: ‘carinho e respeito são para sempre’

Diretor de relações institucionais deixa o clube com a mudança de gestão e diz partir para novos desafios

Por Agência Estado

04 jan 2021 às 16:47 • Última atualização 04 jan 2021 às 17:00

Ídolo da torcida do São Paulo, Diego Lugano foi um dos profissionais a deixar a diretoria com a mudança na presidência e a posse de Julio Casares, na última sexta-feira. E o até então diretor de relações institucionais se pronunciou, nesta segunda, nas redes sociais sobre a sua saída, destacando como o clube foi importante para o seu crescimento profissional e como jogador. Além disso, sem detalhar seus próximo passos, diz partir para novos desafios.

“Tudo na vida é transitório. Tive no São Paulo minha meia década de jogador, onde cresci como homem e profissional. Por último agora vivi no clube meus derradeiros anos como atleta e os primeiros numa função em que pude conhecer mais profundamente o ‘Universo São Paulo'”, escreveu, em seu perfil no Twitter.

Lugano foi um dos destaques e símbolos do time são-paulino campeão da Libertadores e do Mundial de Clubes em 2005, na sua primeira passagem como jogador da equipe, de 2003 a 2006. E o uruguaio, após se aposentar dos gramados com a camisa do clube em 2017, assumiu o cargo de diretor de relações institucionais no ano seguinte, algo lembrado por ele nessa despedida, destacando como o São Paulo foi fundamental para a sua evolução.

“Sou muito grato a todos que conviveram comigo, dando-me a confiança e o amparo para exercer o novo ofício. Pois bem. O ciclo fechou-se, o nosso tricolor passa por um momento de transição administrativa, e, pelo meu lado, novos desafios e compromissos também me chamam”, afirmou.

Mesmo afastado do dia-a-dia do São Paulo, Lugano destacou, em seu texto, que a associação com o clube não se apaga. “Vou modificar a primeira frase desta mensagem. Quase tudo na vida é transitório. As relações humanas, mesmo as mais distantes, podem eternizar-se. O carinho e o respeito que dou e recebo dos são-paulinos certamente são para sempre”, concluiu.

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