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Futebol

Breno Lopes comemora gol do título em dia inesquecível: ‘Entro para a história’

Jogador foi o último contratado, entrou no segundo tempo diante do Santos no Maracanã e anotou o gol do título da Libertadores

Por Agência Estado

30 jan 2021 às 19:50 • Última atualização 31 jan 2021 às 07:56

O futebol é magnífico por seus momentos de emoção e por criar heróis improváveis. Breno Lopes foi o último contratado do Palmeiras. Veio em novembro por causa de lesão grave de Wesley, entrou no segundo tempo diante do Santos no Maracanã e anotou o gol do título da Libertadores. Ainda foi eleito o craque da final e festejou “entrar para a história.”

Breno Lopes entrou em campo apenas aos 39 minutos do segundo tempo. De cara, fez uma jogada sem sucesso. Com cruzamento travado. Estava ansioso. E disposto a mudar o rumo de um jogo sem tantas emoções e equilibrado.

O ex-atacante do Juventude, que podia estar festejando no sábado o acesso à Série A, queria mais. E quando a bola viajou em belo cruzamento de Rony, estava no lugar certo para fazer o que mais sabe e o colocou no radar da diretoria palmeirense: gol de cabeça.

Tirou a camisa, correu perdido sem saber para onde ir, se emocionou. E emocionou os pais presentes na arquibancada do Maracanã. O gol aos 53 minutos eterniza este mineiro que morava em Joinville entre os grandes heróis do Palmeiras.

“A ficha demora a cair, mas eu sabia o quanto o torcedor queria esse título. O clube buscava há tempos e hoje entro para história. Agora é só comemorar”, festejou Breno Lopes.

Breno Lopes foi o último contratado do Palmeiras – Foto: Cesar Greco / Agência Palmeiras

“Meu pai e minha mãe estão aí, é um dia inesquecível na minha vida e para todo torcedor”, seguiu. “A partir do momento que eu aceitei esse desafio, tem de estar preparado para tudo. Hoje eu provei que tenho condições de jogar aqui.”

Breno aproveitou seu momento de êxtase para reverenciar a torcida e dedicar seu dia de herói aos grandes incentivadores da carreira: a família. “Minha mãe está ali chorando, é para ela, para meu pai, minhas irmãs em Joinville e à minha comunidade, São Bernardo, lá em Belo Horizonte.”

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