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Será que veio do além?

Por Oswaldo Vicentin

18 out 2020 às 09:07 • Última atualização 18 out 2020 às 09:08

Antigamente e até recentemente os candidatos tinham seus assessores chamados de cabos eleitorais. Esses cabos eram quem distribuíam os santinhos e outros presentes, como camisas de futebol, bolas, etc. Nas vésperas de eleições usavam veículos para transportar eleitores.

E o processo corrupto de ganhar votos não mudou muito. Hoje é mais sofisticado e alguns políticos fazem de tudo e gastam muito para ganhar o pleito, objetivando o retorno como o milagre da multiplicação dos pães.

É bom orientar os larápios que hoje não está sendo fácil enfiar as mãos no cofre. A polícia aliada à alta tecnologia descobre facilmente o caminho do rato.

Voltando a comentar sobre o cabo eleitoral e com relação ao nosso presidente Jair Bolsonaro, descobrimos que ele também teve e tem um assessor fortíssimo que lhe possibilita ser reeleito.

Esse cabo eleitoral que apesar de todos nós pensarmos que veio do inferno deve ter vindo do além. Nome dele? Coronavírus! Entra na garganta de pobre e na garganta de rico também. Tudo favoreceu o Ibope do presidente Bolsonaro.

Comentei naquela ocasião de que o senhor Bolsonaro tinha o prato e queijo nas mãos e não estava sabendo digerir. Mesmo porque ele falava e xingava sem pensar, por causa dos filhos tagarelas. Bolsonaro descia o pau em todo
mundo e até no Judiciário.

Até parece que o presidente leu minha matéria já que mudou sua compostura. Deve ter dito aos filhos: “Chega de papo furado”; “Em boca fechada não entra mosca”.

Daí para frente o presidente que estava com 30% no Ibope subiu para 40%. Ele até criou o Cartão Cidadão! Sabem por quê? Por que o Cartão Cidadão tira o cheiro de Bolsa Família e as lembranças lulísticas!

*Oswaldo Vicentin é escritor.

Colaboração

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