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Artigos de leitores

Para o preconceito, nada!

Por João Rodella

01 set 2020 às 08:47

“Parece haver cada vez mais, nos dias de hoje, uma forte tendência a lutar contra as mais variadas formas de preconceito, a mostrar que eles não têm nenhum fundamento racional, nenhuma justificativa e que são apenas o resultado da ignorância, da intolerância ou da manipulação ideológica”.
Assim se expressou o escritor Marcos Magno, de maneira definitiva.

Creio que os preconceituosos consideram-se melhores e, portanto, acima dos demais semelhantes, disparando seus pré-conceitos, contra negros, nordestinos, pobres, analfabetos, baixinhos, às vezes àqueles com defeitos físicos ou mentais e, ultimamente, preconceito de gênero.

O que resulta, das palavras que emitem, é tornar o viver danoso, a convivência penosa e a vida fatigante para os preconceituados.

De melhores ou superiores não têm nada, o que dá para dimensionar pela conduta desprezadora que adotam no dia a dia. Se tivessem um tantinho de desconfiômetro, viveriam a própria vida aceitando os diferentes em algum aspecto pois, na essência, por trás da “casca” que apresentamos à sociedade, somos semelhantes.

Alguns mais “ranhetas”, podem até não concordar com certos costumes dos outros. Ninguém está falando em concordância, porém, em aceitação. Como dizem alguns “quase sábios”, cada um é cada um, dentro da fauna humana.

Dentro da política também nos deparamos com intolerâncias, dessas que gostariam de ver sangue escorrendo, alguns até com vontade de beber algumas gotas.

Não foge à regra, também, o desrespeito e a insanidade quanto às religiões diferentes, ambas buscando Deus.

Concluo tristonho alertando: preconceito é burrice crônica.

João Rodella, do Espaço Literário Nelly Rocha Galassi, e autor do blog www.reflexoesdeumoctogenario.blogspot.com

Colaboração

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