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Pandemia exige empenho e união

Por Tenente Dirceu Cardoso Gonçalves

05 mar 2021 às 07:21

No último trimestre do ano passado, tivemos a impressão de que o pior da  Covid-19 já havia passado. Diante da baixa do número de casos, as restrições foram reduzidas e até os hospitais de campanha desativados. Respiramos com certo alívio e muitos de nós pensaram já poder voltar a vida ao normal, mesmo com as informações de que a Europa e a China viviam um segundo tempo da pandemia. A ideia era que, se ocorresse, esse fenômeno só chegaria por aqui no começo da estação fria do ano. Fizemos as eleições em dois turnos, festejamos o Natal e o Ano Novo e, embora proibido, até o Carnaval chegou a ocorrer clandestinamente, assim como festas de diferentes gêneros em todos os quadrantes do país. Aí o mal voltou, com força maior do que nos piores dias do primeiro ataque.

É preciso todo esforço – dos governos, das equipes médicas e da população em geral – para enfrentar esse novo estirão de contágio, sofrimento e morte. Nós, do povo, devemos fazer todo o possível para não contrair o vírus, pois pouco dele ainda se sabe e tem sido comum casos de pacientes salvos que, tempos depois da alta hospitalar, perecem pelas sequelas e complicações adquiridas durante o tratamento. O melhor, sob todos os aspectos, é não adoecer e, assim que possível, obter a vacina como preventivo ao mal.

O indicado é que todas as pessoas evitem os locais de aglomeração e adotem comportamentos protetivos como o distanciamento pessoal a pelo menos um metro e meio, o uso contínuo de máscara e a higienização das mãos com álcool em gel ou água e sabão.

Quanto às autoridades – de todos os níveis – espera-se que parem de divergir e mirem seus recursos e esforços na direção do combate à pandemia. Remem todas para uma mesma direção. Deixem as divergências para depois que a pandemia acabar e o povo parar de morrer precocemente.

Tenente Dirceu Cardoso Gonçalves é dirigente da ASPOMIL (Associação de Assist. Social dos Policiais Militares de São Paulo)

Colaboração

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