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Editorial

Nomes e fatos em jogo

Por Redação

12 jul 2020 às 09:21

Em um ano marcado por situações atípicas, Americana caminha para ter em novembro eleições que têm tudo para serem consideradas inéditas. Na cidade, os partidos já se articulam e colocam em evidência seus principais nomes. Já são mais de dez pré-candidatos ao cargo de prefeito, que, inevitavelmente, deverá ser ocupado por outra pessoa.

A corrida eleitoral neste ano é mais longa. Por conta da pandemia, o Congresso aprovou o adiamento do primeiro turno das eleições para 15 de novembro. Com isso, os partidos ganharam mais tempo para definir suas candidaturas. Em Americana, dificilmente todos os nomes estarão nas urnas para a escolha do eleitor.

A tática de lançar uma pré-candidatura é usada, em grande parte das vezes, para medir a relevância e a aceitação de um nome. Dependendo do desempenho, o pré-candidato atrai apoio ou é atraído para candidaturas maiores, esta, a intenção da maioria em um pleito que, geralmente, se afunila no período de registro dos concorrentes.

De qualquer forma, há aposta de que o cenário no município favoreça, pela primeira vez, um pleito com uma quantidade recorde de candidatos. A ausência de um sucessor natural do governo incentiva que novos nomes, às vezes de fora da política, se coloquem no páreo. Não seria espanto para o eleitor de Americana, portanto, se deparar com candidatos a serem descobertos.

Nesta eleição que se aproxima, outra peculiaridade ganha cada vez mais força. Há grande possibilidade de que uma mulher esteja entre os postulantes à prefeitura pela primeira vez na história do município. Até agora, são três pré-candidatas lançadas pelos diretórios locais: Maria Giovana (PDT), Talitha De Nadai (PSD) e Lurdinha Ginetti (PT).

A definição dos candidatos deve ocorrer até 26 de setembro, data final para registro das candidaturas no TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

O Liberal

Neste blog você encontra a opinião do Grupo Liberal de Comunicação, por meio dos textos editoriais publicados na edição impressa.