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Como fazer para enxugar o Brasil

Por João Rodella

23 de outubro de 2020, às 08h48

De reforma em reforma o Brasil vai tomando a forma desejada. Ser máquina onerosa e burocratizada, com enormes gastos de combustível, é andar na contramão da modernidade. Com democracia depois de lutas e sacrifícios, devemos nos empenhar para ser leve, ágil e servir o dono do poder, o povo.

Com sabedoria e sob critérios racionais, daria para economizar mais. Deveriam ser cortadas algumas nomeações, indicações, apadrinhamentos, assessorias e ministérios.

O dinheiro do povo, para campanhas eleitorais, nunca. Há tantas necessidades que esse “luxo” se torna proibitivo. O povo não deve arcar com essa despesa. Se a contribuição empresarial levava à corrupção e ao encabrestamento, a culpa era do caráter frouxo de muitos.

A necessária e urgentérrima reforma é na política com “P”. Dois deputados por Estado e Distrito Federal, e mais um senador seriam suficientes. Basta mudar o critério de escolha, o coeficiente, a proporcionalidade, não balizando pelo número populacional, mas obedecendo a capacidade econômico financeira do povo sofrido, estabelecendo número mais baixo e limites. A TV mostrou a aberração de município com 770 habitantes e 9 vereadores.

Com tal expediente, mais decoroso e honesto, válido também para Estados e municípios, seriam reduzidos carros oficiais, motoristas, assessores, apartamentos funcionais e viagens pagas pelo erário. Do jeito que está, o povo tem pago caro para o sofrível atendimento que recebe e o Poder Legislativo, Brasil afora, tem apresentado muita quantidade e nem sempre a qualidade desejada.

Tá na hora de reformar desde a base. O povo aplaudiria e ficaria grato para sempre. Amém.

João Rodella, do Espaço Literário Nelly Rocha Galassi

Colaboração

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