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Balanços e as metas para 2024

Por João Rodella

09 de janeiro de 2024, às 10h45

É habitual aos homens de boa vontade e boa índole, em todo final de ano avaliar o que fez, o que deixou de fazer e o que poderia ter feito melhor. Não me refiro, é lógico, ao aspecto material, ao saldo bancário e aos bens adquiridos. Refiro-me ao legado que cada um deixou depois de tanto esforço, e a sua posição no mundo, como obreiro de Deus. Se foi omisso, jogou fora a rica oportunidade que o Criador lhe ofereceu.

Também é costumeiro se traçar metas para o Ano Novo – e a vida nova ou reformulada – que se deseja. Nesse sentido, impor-se metas inexecutáveis é, de antemão, procurar fracassos e decepções ao longo de mais um ano. As metas têm que ter embasamento inteligente, visando o crescimento pessoal e também da família, bem como somar para os irmãos do mundo. Fora disso seria ambição e egoísmo demais, quando a humanidade anseia por paz, solidariedade, justiça social, tolerância e afeto.

Sonhador, eu? Sempre fui e serei assim durante a minha vida. Desejo que cada ser humano, dos mais de oito bilhões que povoam a terra, antes de mais nada crie, dentro de si, um humano mais humano, mais voltado ao bem comum, mais amoroso, cooperador e obediente aos desejos do Pai Maior. Que cada pessoa possa unir forças para melhorar tanto quanto possível a si mesmo, o outro e o mundo no seu entorno.

Que os baixos instintos sejam anulados e a elevação moral, espiritual e mental de cada um resulte em um somatório auspicioso que tonifique o céu que nos protege, com o sorriso de Deus estampado. É o que espero para esse ano de 2024. Amém. 

João Rodella
www.reflexoesdeumoctogenario.blogspot.com

Colaboração

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