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Operação Paralelo

Serra afirma ter sido surpreendido por ‘abusiva operação’

Esta foi a terceira fase da Lava Jato para investigar suposto caixa dois de R$ 5 milhões na campanha do senador tucano

Por Agência Estado

21 de julho de 2020, às 11h08 • Última atualização em 21 de julho de 2020, às 13h32

O senador José Serra (PSDB-SP) de manifestou sobre a Operação Paralelo, deflagrada nesta terça-feira pela Polícia Federal e o Ministério Público Eleitoral. Trata-se da terceira fase da operação Lava Jato junto à Justiça Eleitoral de São Paulo para investigar suposto caixa dois de R$ 5 milhões na campanha do senador tucano.

O principal alvo da ação é o empresário José Seripieri Junior, fundador e ex-presidente da Qualicorp, que teve mandado de prisão temporária expedido.

A assessoria de Serra afirma, em nota, que o senador “foi surpreendido esta manhã com nova e abusiva operação de busca e apreensão em seus endereços, dois dos quais já haviam sido vasculhados há menos de 20 dias pela Polícia Federal. A decisão da Justiça Eleitoral é baseada em fatos antigos e em investigação até então desconhecida do senador e de sua defesa, na qual, ressalte-se, José Serra jamais foi ouvido”.

“José Serra lamenta a espetacularização que tem permeado ações deste tipo no país, reforça que jamais recebeu vantagens indevidas ao longo dos seus 40 anos de vida pública e sempre pautou sua carreira política na lisura e austeridade em relação aos gastos públicos. Importante reforçar que todas as contas de sua campanha, sempre a cargo do partido, foram aprovadas pela Justiça Eleitoral. Serra mantém sua confiança no Poder Judiciário e espera que esse caso seja esclarecido da melhor forma possível, para evitar que prosperem acusações falsas que atinjam sua honra”, finaliza a nota.

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