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Política

Datena troca PSB por PSDB para ser vice de Tabata em aliança das duas legendas

Por Agência Estado

04 de abril de 2024, às 08h16 • Última atualização em 04 de abril de 2024, às 09h46

Menos de quatro meses depois de se filiar ao PSB, o apresentador José Luiz Datena assina, nesta quinta-feira, 4, a ficha de filiação ao PSDB. A troca de legenda permitirá que ele aceite a indicação a vice na chapa da deputada federal Tabata Amaral (PSB) na disputa pela Prefeitura de São Paulo, que poderá contar com a aliança com os tucanos. A informação foi confirmada pelo próprio jornalista ao Estadão/Broadcast, que disse que já havia conversa do partido com a deputada nesse sentido há muito tempo. Tabata estará presente no ato, que deve acontecer no início da tarde, em local ainda a ser definido.

O presidente municipal do PSDB de São Paulo, José Anibal, não cravou a posição de Datena na campanha, mas também confirmou ao Estadão a chegada dele ao ninho tucano. Outra liderança do partido disse, sob anonimato, que Datena não apresentou “condicionantes” para deixar o PSB e migrar para o PSDB. “Pode ser vice-prefeito ou estar disponível ao PSDB (para ser candidato a prefeito)”, informou.

Com a aliança, Tabata terá mais tempo de propaganda eleitoral durante o pleito. O PSDB conversou com o deputado federal Kim Kataguiri (União-SP), mas o partido avisou que não liberaria o parlamentar. A janela partidária deste ano permite apenas que vereadores troquem de legendas sem punição.

Orlando Faria, coordenador político da pré-campanha da parlamentar reforçou que “Datena deve anunciar amanhã (quinta-feira) que foi para o PSDB para ser vice da Tabata”.

Em 2023, Datena deixou o PDT e entrou para o PSB – atual partido do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, de quem o comunicador é amigo. Datena foi apresentado como vice na chapa de Tabata Amaral.

Com a mudança para o PSDB, Datena completará 10 filiações partidárias. Ele nunca foi candidato, mas está de olho em uma das duas vagas no Senado Federal nas eleições de 2026. Ele também pasou por PT, PP, PRP, DEM, MDB, PSL, PSC e PDT, antes de PSB e PSDB.

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