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Mundo

‘iPhone dobrável’ pode ficar apenas na promessa e nunca virar realidade; entenda

Por Agência Estado

03 de abril de 2024, às 09h43

O iPhone dobrável pode nunca ver a luz do dia, segundo especialistas ouvidos pelo jornal taiwanês Digitimes Asia. O motivo seria a dificuldade da Apple em projetar um dispositivo dobrável com a mesma espessura dos iPhones atuais quando fechado e com uma tela sem vincos, como acontece nos aparelhos da rival Samsung.

O jornal sul-coreano Apha Biz afirma que o lançamento do produto foi postergado do final de 2026 para o primeiro trimestre de 2027 em razão do fornecimento da tela dobrável. Contudo, de acordo com o Digitimes Asia, a empresa não estaria satisfeita com a qualidade de tela e a espessura do protótipo.

O jornal afirma que existem dois smartphones dobráveis em fases iniciais de projeto, e que a Apple negocia o fornecimento de telas com as concorrentes LG e a Samsung. A companhia, contudo, teria altos requisitos para as especificações do painel, o que inclui uma espessura que é metade da dos iPhones atuais e um vinco dobrável suave e sem marcas.

Um iPhone 15 Pro tem 8,25 mm de espessura. Já o Galaxy Z Flip 5, o mais vendido entre os smartphones dobráveis, da Samsung, tem 15,1 mm de espessura quando fechado e 6,9, aberto.

Além de buscar por tecnologia terceirizada de concorrentes, a Apple também desenvolve suas próprias pesquisas para telas dobráveis, na intenção de eliminar as marcas de dobra e a redução da reflexão de luz por meio de materiais poliméricos, como silicone ou acrilato.

Ao contrário da Samsung, que foi melhorando os seus dobráveis aos olhos do público, a Apple parece disposta a entregar um dispositivo com cara de “produto final”. No entanto, os investimentos podem ter final similar a outros projetos recentes da companhia.

Outro projeto da Apple que nunca saiu do papel e foi descartado recentemente pela companhia foi o Apple Car, chamado internamente de Project Titan. Após 10 anos de pesquisas, a empresa optou por investir seus esforços em inteligência artificial. O encerramento teria sido motivado pela complexidade de seu desenvolvimento e a dificuldade em atingir um grau de tecnologia ideal para por em prática os objetivos da empresa.

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