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Mundo

Hezbollah deixa 3 feridos em ataque com drones; em resposta, Israel mata comandantes do grupo

Por Agência Estado

16 de abril de 2024, às 21h56

Enquanto o Hezbollah atingiu o norte de Israel com drones e deixou três feridos, as Forças de Defesa de Tel-Aviv reivindicaram a autoria de ataques aéreos no sul do Líbano e afirmaram ter matado pelo menos dois comandantes do grupo nesta terça-feira, 16.

As trocas de disparos na região da fronteira entre Israel e Líbano com o grupo apoiado pelo Irã ocorrem no momento em que o governo israelense discute como responder ao ataque lançado por Teerã no fim de semana. E em meio ao temor de que o conflito se amplie pelo Oriente Médio.

O IDF (sigla em inglês para Forças de Defesa de Israel) afirma que o ataque conduzido por um avião da Força Aérea na região de Ain Baal matou Ismail Yosef Baz, apontado por Israel como comandante da unidade costeira do Hezbollah.

“Ismail estava envolvido na promoção e no planejamento do lançamento de foguetes e misseis antitanque da costa do Líbano em direção a Israel”, afirma o comunicado da Defesa publicado no X (antigo Twitter).

O Hezbollah lamentou a morte de Baz, mas sem entrar em detalhes sobre a posição que ocupava no grupo e referiu-se a ele apenas como “combatente”.

Em ataque separado, um carro foi atingido na cidade de Chehabiyeh, matando outros dois integrantes do Hezbollah.

De acordo com o israelense, Times of Israel, o IDF assumiu a responsabilidade e afirmou que o alvo era Muhammad Shahouri, comandante da unidade de foguetes das forças especiais Radwan. Com ele no carro estava Mahmoud Fadlallah que, segundo Israel, integrava a mesma unidade e também morreu nesta terça.

Do outro lado da fronteira, o Hezbollah assumiu a responsabilidade por ataques que atingiram Israel. O mais grave deles, com o uso de dois drones, atingiu os arredores da comunidade de Beit Hillel e deixou três pessoas gravemente feridas, segundo autoridades locais. O IDF deve investigar porquê as sirenes de alerta não soaram durante o ataque.

As trocas de disparo são constantes desde o dia 8 de outubro, quando o Hezbollah passou a atingir o norte de Israel em apoio ao Hamas (ambos fazem parte do chamado “Eixo da Resistência”, aliança informal de grupos que o Irã apoia em outros países da região).

Mas contexto agora é de apreensão no Oriente Médio e no mundo, depois do ataque lançado por Teerã contra o território israelense com mais de 300 mísseis e drones, em retaliação pela morte de comandantes da Guarda Revolucionária iraniana na representação diplomática em Damasco. Israel promete contra-atacar, embora ainda não esteja claro como ou quando, e o temor é que qualquer erro de cálculo neste momento resulte em uma guerra aberta na região. (COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS)

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