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Economia

Proposta do BPC é antecipação opcional, não se pode obrigar, diz Guedes

Por Agência Estado

04 de junho de 2019, às 16h57 • Última atualização em 04 de junho de 2019, às 18h21

O ministro da Economia, Paulo Guedes, revelou nesta terça-feira, 4, que chegou a defender internamente que a antecipação do Benefício de Prestação Continuada (BPC) a partir dos 60 anos fosse de R$ 600 por mês, e não R$ 400 como está na proposta de reforma da Previdência enviada ao Congresso. Esse ponto do projeto é um dos que enfrenta maior resistência entre os parlamentares.

“Eu queria que o BPC fosse de R$ 5 mil. Mas entendo que a opção no projeto é uma escolha para antecipar o benefício. Eu até falei que R$ 400 era pouco, falei para colocar R$ 600, tendo em vista o valor do salário mínimo. Mas esse valor é opcional pra quem quiser receber mais cedo, não se pode obrigar. Quem não quiser, fica no regime antigo e recebe um pouco mais depois”, afirmou, na Comissão de Finanças de Tributação (CFT) da Câmara.

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