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Economia

Projeção de Selic para 2020 segue em 4,50% ao ano no Focus do BC

Por Agência Estado

06 jan 2020 às 10:24 • Última atualização 06 jan 2020 às 10:49

Os economistas do mercado financeiro mantiveram suas projeções para a Selic (a taxa básica da economia) no fim de 2020. O Relatório de Mercado Focus trouxe nesta segunda-feira, 6, que a mediana das previsões para a Selic no próximo ano seguiu em 4,50% ao ano. Há um mês, estava no mesmo patamar.

Já a projeção para a Selic no fim de 2021 foi de 6,38% para 6,50% ao ano, ante 6,25% de quatro semanas atrás. No caso de 2022, a projeção seguiu em 6,50%, igual a um mês antes.

Em dezembro, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC cortou a Selic em 0,50 ponto porcentual, de 5,00% para 4,50% ao ano. Foi o quarto recuo consecutivo da taxa básica.

No comunicado sobre a decisão, o BC não se comprometeu com novos cortes no início de 2020. “O Copom entende que o atual estágio do ciclo econômico recomenda cautela na condução da política monetária”, registrou o BC no comunicado da decisão.

Top 5

No grupo dos analistas que mais acertam as projeções (Top 5) de médio prazo no Focus, a mediana da taxa básica em 2020 seguiu em 4,25% ao ano, igual a um mês antes.

No caso de 2021, permaneceu em 6,50% ao ano, igual a quatro semanas atrás. A projeção para o fim de 2022 no Top 5 permaneceu em 6,50%. Há um mês, estava no mesmo patamar.

Fevereiro

Os economistas do mercado financeiro projetam corte de 0,25 ponto porcentual da Selic em fevereiro deste ano, no encontro do Copom do Banco Central. Com isso, a taxa atingirá 4,25% ao ano, um novo piso histórico.

Pelas projeções, que fazem parte do Sistema de Expectativas de Mercado do relatório Focus, atualizado nesta segunda-feira, a Selic permaneceria em 4,25% ao ano de fevereiro a outubro de 2020, quando a taxa básica passaria por elevação de 0,25 ponto porcentual, para 4,50% ao ano.

Em dezembro de 2019, o Copom cortou a Selic em 0,50 ponto porcentual, de 5,00% para 4,50% ao ano. Foi o quarto corte consecutivo da taxa básica.

No comunicado sobre a decisão, o BC não se comprometeu com novos cortes no início de 2020. “O Copom entende que o atual estágio do ciclo econômico recomenda cautela na condução da política monetária”, registrou o BC no comunicado da decisão.