23 de abril de 2024 Atualizado 17:35

8 de Agosto de 2019 Grupo Liberal Atualizado 13:56
MENU

Publicidade

Compartilhe

Economia

Pacheco diz que solução sobre desoneração é parcial e cobra solução do governo sobre municípios

Por Agência Estado

28 de fevereiro de 2024, às 22h57

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), defendeu que o governo federal retome a desoneração das prefeituras como previsto na lei aprovada no ano passado pelos congressistas. Em discurso na abertura da sessão desta quarta, 28, Pacheco disse que está discutindo com o Palácio do Planalto para buscar um novo acordo sobre o assunto.

Para o presidente do Senado, a desoneração dos 17 setores não pode ser tratada de forma diferente da desoneração de prefeituras.

Nesta quarta-feira, 28, o governo publicou uma medida provisória derrubando a reoneração da folha de pagamentos dos setores da economia, mantendo o regime aprovado pelo Congresso no fim do ano passado. A reoneração tramitará por projeto de lei, já encaminhado ao Legislativo.

O governo não alterou, porém, o regime das prefeituras. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva manteve o corte no desconto que havia sido dado a prefeituras, de 20% para 8% na alíquota previdenciária.

“Essa é uma solução, embora elogie a intenção do governo federal, parcial e que não faz equiparar aquilo que está na mesma condição política e jurídica da folha dos 17 setores com a folha dos municípios”, disse Pacheco.

O presidente do Senado afirmou que pode rejeitar a parte da medida provisória 1202, assinada por Lula no fim do ano passado, caso o Executivo não recue sobre o assunto.

“Quero afirmar, para a tranquilidade de prefeitos e prefeitas, que matéria da desoneração da folha dos municípios, se alteração tiver que acontecer será por projeto de lei. Essa matéria não pode ser veiculada por medida provisória. Ou o Executivo faz o mesmo que fez com os 17 setores, revogando essa parte da MP, ou a presidência do Congresso pode considerar não escrita ou seja, rejeitar esse trecho esta parte da desoneração dos municípios que não foi revogada”, completou.

Publicidade