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Economia

Musk indica demissões e quer Twitter próximo ao TikTok

Em reunião com funcionários da rede social, magnata revelou seus planos caso a aquisição venha a ser concretizada

Por Agência Estado

17 de junho de 2022, às 08h08 • Última atualização em 17 de junho de 2022, às 10h03

Empresário reforçou a ideia de ter um modelo baseado em anúncios publicitários e assinaturas - Foto: TED Conference on Visual Hunt / CC BY-NC

O magnata Elon Musk teve uma reunião virtual com funcionários do Twitter na quinta-feira e revelou seus planos caso a aquisição de US$ 44 bilhões venha a ser concretizada.

Segundo o New York Times, Musk havia afirmado anteriormente a investidores que planeja cortar cerca de 900 dos 7 mil funcionários da companhia. O assunto surgiu na reunião de quinta, e Musk não desmentiu o plano.

Ele disse: “No momento, os custos são maiores do que a receita. Essa não é uma situação boa. A empresa precisa ser saudável”. A mídia americana reportou que, nas redes internas do Twitter, o clima era de pessimismo sobre o futuro.

Em relação ao plano de receitas, o empresário reforçou a ideia de ter um modelo baseado em anúncios publicitários e assinaturas.

No último mês também surgiram questionamentos sobre o desejo de Musk de manter o modelo da companhia.

Ele, porém, reforçou a necessidade de que os anunciantes sejam de “boa qualidade”. Musk revelou o desejo de atingir 1 bilhão de usuários ativos no serviço, quase cinco vezes a marca atual (229 milhões, segundo o balanço mais recente).

Exemplo

Um dos caminhos seria tornar a rede social mais parecida com o TikTok. Segundo o New York Times, Musk elogiou a rede social chinesa por não ser “chata” e manter os usuários “entretidos”. “Podemos colocar o Twitter no caminho para ser interessante”, disse.

Além do TikTok, Musk citou o WeChat, superapp de comunicação da China. “Não há nada equivalente ao WeChat fora da China. Na China, você basicamente mora no WeChat. Se pudermos recriar isso no Twitter, será um sucesso.”

Sobre moderação, o bilionário deu mais pistas. “As pessoas deveriam poder dizer coisas absurdas dentro da lei, mas esses discursos não deveriam necessariamente ser amplificados”, disse. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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