Bolsas da Europa fecham sem direção única de olho em acordo EUA-China


As bolsas da Europa fecharam em queda nesta quarta-feira, 15, à exceção de Londres e Lisboa, em meio à expectativa do mercado sobre a assinatura do acordo comercial preliminar entre os Estados Unidos e a China, cuja cerimônia começou logo após o fechamento dos mercados europeus.

O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou perto da estabilidade, em leve alta de 0,01%, a 419,63 pontos.

Antes da formalização da chamada “fase 1” do pacto comercial entre Washington e Pequim, o diretor do Conselho Econômico Nacional da Casa Branca, Larry Kudlow, afirmou que “muito do sucesso” da “fase 2” dependerá do cumprimento da primeira fase. O secretário do Tesouro americano, Steven Mnuchin, por sua vez, disse que os EUA podem aumentar tarifas à China se o país asiático não cumprir os termos da “fase 1”.

O índice FTSE 100, da Bolsa de Londres, avançou 0,27%, a 7.642,80 pontos, na máxima do dia, após a índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) do Reino Unido ter subido 1,3% em dezembro, na comparação anual.

O índice DAX, da Bolsa de Frankfurt, caiu 0,18%, a 13.432,30 pontos, em dia de divulgação do Produto Interno Bruto (PIB) da Alemanha, que cresceu 0,6% em 2019. As ações da Daimler caíram 2,51%, as do Deutsche Bank recuaram 2,36% e as da Volkswagen, 1,40%.

Em Paris, o índice CAC 40 fechou em baixa de 0,14%, aos 6.032,61 pontos. Os papéis da Peugeot perderam 2,63% e os do BNP Paribas, 2,32%. Em Milão, o índice FTSE MIB recuou 0,69%, a 23.763,86 pontos. UniCredit recuou 2,60% e Fiat caiu 1,89%.

O índice PSI 20, da Bolsa de Lisboa, subiu 0,21%, a 5.303,13 pontos. Já o índice Ibex 35, da Bolsa de Madri, fechou em queda 0,17%, a 9.511,70 pontos.

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