Pontos turísticos que podem decepcionar os visitantes

Após planejar e, quando a viagem acontece, não aceitamos nada menos do que a perfeição, mas nem sempre é assim


Alguns pontos turísticos pelo mundo são o ‘sonho de consumo’ de muita gente. Muitas vezes passamos tantos anos vendo fotos, sonhando, planejando e, quando a viagem finalmente acontece, não aceitamos nada menos do que a perfeição criada no nosso imaginário.

As imagens muito bem recortadas e coloridas, de forma a exatamente despertar nosso desejo de viajar, escondem boa parte da realidade ao redor de uma atração ou lugar. Você pode tirar uma foto deslumbrante em cima da Torre Eiffel, sem mostrar que teve que passar uma hora esperando e ser empurrado e pisoteado por uma multidão para conseguir aquele único e belo clique.

Confira alguns lugares que provavelmente, pelo estresse criado ou não tão deslumbrante cenário, vão decepcionar você!

Foto: Divulgação
Cristo Redentor, no Rio de Janeiro

CRISTO REDENTOR – Rio de Janeiro
Ir ao Rio de Janeiro e não ver o Cristo Redentor é praticamente um sacrilégio! Só que se você estiver esperando uma estátua gigantesca, pode acabar se decepcionado: ainda que seja grande, o monumento tem apenas 38 metros de altura, já contando com o pedestal! Para comparação, só o pedestal da Estátua da Liberdade é maior do que isso, com 47 metros – somando a imagem, completa 93 metros.

Foto: Divulgação
Chizhik-Pyzhik

CHIZHIK-PYZHIK – São Petersburgo – Rússia
Qualquer passeio turístico em São Petersburgo, na Rússia, requer uma passada na estátua Chizhik-Pyzhik, próxima a uma ponte sobre o rio Fontanka. O lugar virou uma espécie de fonte dos desejos, mas acertar uma moeda no monumento é para poucos: o passarinho em bronze tem meros 11 centímetros de altura.

Foto: Divulgação
Monalisa

MONALISA – Louvre (Paris)
Clássico das decepções de viagem, o famoso retrato pintado por Leonardo da Vinci costuma frustrar expectativas tanto pelo seu tamanho diminuto quanto pela distância que fica do público. O quadro mede apenas 77 cm x 53 cm e está separado dos turistas por um cordão de isolamento de pelo menos dois metros de distância. O grosso vidro à prova de balas causa reflexos que impedem fotos nítidas.

Foto: Divulgação
Dubrovnik

ESCADARIA – Dubrovnik (Croácia)
Após a rainha Cersei Lannister começar sua “caminhada da vergonha” em uma escadaria, o local se tornou um grande ponto de encontro de fãs de “Game of Thrones” que visitam Dubrovnik, na Croácia. O problema é que o centro histórico da cidade possui acesso restrito a no máximo 4 mil visitantes por dia durante o verão, por isso fica lotado de gente.

Foto: Divulgação
Torre Eiffel

TOPO DA TORRE EIFFEL – Paris (França)
Primeiro, você paga mais caro para subir ao topo do que ao segundo andar da torre mais famosa do mundo. Segundo, você enfrenta uma fila de cerca de uma hora de espera para conseguir um lugar no único elevador que faz o trajeto até o alto.

Terceiro, você disputa quase no tapa um lugar entre a multidão de turistas para conseguir chegar espremido até a grade. Esta mesma grade dificulta bastante tirar fotos. Pelo menos existe um bar que vende champanhe por lá, para compensar a subida. Porém, uma taça custa os olhos da cara (de 13 a 22 euros).

PARQUE GÜELL – Barcelona – Espanha
Ainda que a arquitetura de Antoni Gaudí seja impressionante no Parque Güell, o tamanho de todo a construção pode ser um pouco frustrante para quem paga € 8,5 (quase R$ 40) para visitá-lo. São apenas duas as construções, mas a fila para entrar nas casinhas costuma ser enorme! Mas como é um Patrimônio Mundial da UNESCO, não tem como não visitar quando estiver em Barcelona.

Interior do Coliseu – Roma (Itália)
Pelo lado de fora, o Coliseu ainda parece pulsar como uma verdadeira arena de guerra, onde lutadores se digladiarão até a morte em uma batalha para lá de sangrenta. Mas, por dentro, não há mais arquibancadas, arena ou nada que lembre tudo aquilo, além do esqueleto da estrutura de pedra e um emaranhado de escavações arqueológicas.

Se você parar para pensar, vai perceber que nunca viu uma foto do interior do Coliseu na vida. Mas só descobre isso depois de ter passado, provavelmente, horas em uma fila quilométrica para fazer a visita.

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