Revista L responde: Americana ainda é princesa tecelã?

A matéria exclusiva da Revista L de junho/julho traz dados, informações e histórias de tecelões que mantêm vivo o título da realeza na cidade


Em boa parte da minha infância, eu andava pelas ruas dos bairros São Vito e Jardim América. A trilha sonora da caminhada até a Escola Estadual “Maura arruda Guidolin” era o ruído dos teares de uma fábrica, localizada na esquina da rua São Vito, ouvidos de longe. Mal sabia que aquele barulho fazia parte da batida do coração de muitos americanenses, dando jus ao apelido de “Princesa Tecelã” estampado em alguns ônibus do transporte coletivo do município.

Era o começo dos anos 90 e a realeza do tecido “made in Americana” já não estava mais no seu esplendor. Após duas décadas de crescimento impulsionado pela evolução econômica do país e pela política de incentivo à exportação, a cadeia têxtil sofreu um duro golpe com a abertura do mercado à concorrência internacional. A necessidade de investir de forma rápida em maquinários, treinamento de funcionários, infraestrutura e inovação tecnológica fez com que muitos não conseguissem se manter.

Foto: Talita Bristotti / O Liberal
Indústria têxtil sofre com a concorrências dos produtos da China

Hoje, na metade de 2015, com um cenário econômico em crise e sem incentivos por parte do governo, o que restou da realeza? Americana continua com sua coroa? Na reportagem exclusiva da última edição da Revista L, presidentes de sindicatos, instituições educacionais na área, empresários do setor têxtil e até tecelões mostram que sim: Americana ainda mantém sua relevância na produção da cadeia. Veja o vídeo com entrevistas de dois empresários que mantêm suas fábricas ativas no Carioba. Uma, com produção a fação (terceirização do produto) e outro que trabalha com a matéria-prima mais preciosa do setor: a seda.

A matéria completa sobre o cenário da indústria têxtil na cidade e no país você confere na Revista L.

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