Nova geração do Captur cresce e tem novidades

Nova geração do Renault Captur cresce, ganha novo visual e recebe recursos avançados de segurança nas versões de topo para conquistar amantes de SUV


Mudança completa: linha, interior, mecânica e eletrônica. O SUV compacto Captur, da Renault é um sucesso. Desde 2013, foram vendidos 1,5 milhão de exemplares no mundo todo. Um projeto bem-sucedido não muda, apenas evolui. O Captur manteve o mesmo conceito, reforçando a identidade de SUV com formas mais musculosas, jeito mais esportivo e com acabamentos e acessórios de nível mais elevado.

Os novos recursos começam com a frente, que manteve a identidade do modelo, mas ficou mais atraente. O para-brisa ficou mais inclinado e avançado. Para ganhar espaço dentro do cockpit, o capô foi encurtado.

Foto: Divulgação
Nova geração do Renault Captur

A nova grade é mais compacta e os conjuntos óticos em led traz em destaque a assinatura em “C” – mesma solução da parte traseira. De perfil, as linhas são conectadas e dinâmicas, o teto está mais inclinado e converge para a linha de cintura ascendente na coluna traseira.

Os frisos que emoldura a parte envidraçada e o rack em alumínio dão um efeito atlético agradável. São 90 configurações possíveis para oferecer maior customização à linha. São 11 cores, que podem ser combinadas com cinco pinturas de teto diferentes. Depois, há três pacotes de personalização e versões especiais, entre elas está a refinada Initiale Paris.

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Nova geração do Renault Captur

A configuração pessoal é no interior. São diversas opções de acabamento e de recursos. Há ainda um pacote eletrônico que inclui modos de condução, capazes alterar a resposta do motor, a direção e os gráficos do painel de instrumentos. O Captur cresceu como efeito colateral da nova plataforma CMF-B. São 11 centímetros de comprimento a mais, para chegar a 4,23 metros – ainda são 10 centímetros a menos que a versão brasileira.

SEGURANÇA

Entre os sistemas de segurança estão: frenagem de emergência ativa com detecção de ciclistas e pedestres, os espelhos retrovisores com o radar que monitora os pontos cegos com alerta de proximidade, reconhecimento de sinais de trânsito com aviso de limite de velocidade; monitor ativo para mudanças de faixa.

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Depois, há os sistemas de assistência, que também desempenham um papel de segurança, como o controle de cruzeiro adaptativo, que pode ser definido entre 1,2 a 2,4 segundos e tem a função de parar e reiniciar automaticamente, Stop & Go, em engarrafamentos, limitador de velocidade e farol alto automático. Funções como Stop & Go requerem ajuda da transmissão automática.

São três motores a gasolina, com 100, 130 e 155 cv, e dois a diesel, de 95 e 115 cv. Ambos trabalham com transmissões manuais ou com a transmissão automática de sete velocidades e dupla embreagem EDC. Há ainda uma versão Turbo GPL, de 100 cv, e o E-Tech Plug In Hybrid com um motor a gasolina 1.6 e dois elétricos, alimentados por uma bateria de 9,8 kWh. No totalmente elétrico, ele permite rodar por 45 km a até 135 km/h ou 65 km em uso urbano.

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Impressões ao dirigir

A versão Initiale Paris oferece o que a Renault tem de melhor em relação à elegância. Por fora são detalhes cromados, antena de barbatana de tubarão e rodas aro 18. O interior é muito refinado, com assentos de couro claro com controles elétricos, inserções cor de uísque nas partes almofadadas, como nos apoios de braço das portas e na metade inferior do tablier. O volante de couro é aquecido.

O Initiale Paris testado estava equipado com o motor turbo 1.3 litro de quatro cilindros, com 155 cv, e transmissão automática de sete velocidades com dupla embreagem EDC, que você pode controlar com paletas no volante.Depois da elegância, vem o conforto.

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Nova geração do Renault Captur

O Captur é silencioso, o motor é apenas um som à distância, isolado de tudo, incluindo as vibrações. Os técnicos trabalharam muito duro apenas para tornar a cabine mais silenciosa. A suspensão também tem um acerto fino dos melhores. Ela absorve bem os trancos, mas também age como um filtro eficaz para vibrações.

O valor do motor é a fluidez, oferecida tanto pela distribuição de potência, bem linear, quanto pela gestão da caixa de dupla embreagem. Quase não se sente a necessidade de usar as paletas. Os três modos de condução, My Sense, Sport, Eco, fazem uma combinação precisa de gerenciamento do motor, resposta de direção, mais ou menos direta, iluminação interna e gráficos do painel.

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My Sense permite a memorização das opções pessoais do motorista, enquanto o esporte é obviamente o mais nervoso enquanto o Eco, além de buscar eficiência, garante maior conforto.

O Captur não mostra fraquezas nem quando se exige mais: mantém a atitude neutra, com precisão na direção e sem mostrar rolagem lateral. O que deixa o SUV particularmente prazeroso no modo Sport.

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