Kia aposta na nova geração do Optima

Para sua quarta versão, "coreanos" fizeram mudanças substanciais visando a competitividade do sedã


No Brasil, o segmento de sedãs médios-grandes é último degrau antes das marcas premium. Nesse nicho, visual, tecnologia e conforto são preponderantes para conquistar clientes razoavelmente abastados.

Foto: Divulgação
Kia Optima
Nesse aspecto, o “esquecido” Kia Optima acaba como coadjuvante no Brasil. No acumulado deste ano o modelo emplacou apenas 163 unidades, enquanto o imbatível Ford Fusion registrou 6.071 vendas. Mas, mesmo em relação a concorrentes mais nivelados em preço, o sedã coreano deixa a desejar.

Hyundai Azera, Nissan Altima e Volkswagen Passat venderam mais que o dobro do Optima: 728, 385 e 356 unidades, respectivamente.

A situação fica ainda pior para o importador agora: a nova geração já está sendo vendida mundo afora, enquanto aqui a previsão de chegada é para janeiro de 2016. Até lá, as concessionárias brasileiras da marca oferecerão o modelo que saiu de linha.

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Kia Optima
Evoluções

Para a quarta geração do Optima, foram feitas algumas mudanças na arquitetura. As medidas foram ligeiramente ampliadas, com 1 cm a mais no entre-eixos e outros 2,5 cm na largura. O sedã também recebeu evoluções na plataforma – a mesma do Hyundai Sonata, que parou de ser vendido por aqui no início de 2014.

Mais de 50% da estrutura recebe aços de alta resistência, o que aumentou a rigidez. Isolamento acústico, níveis de consumo e coeficiente de arrasto também foram incrementados, segundo a Kia.

Atualmente no Brasil, a velha gração do Kia Optima é vendida apenas em configuração única com valor fixado em R$ 106.900. Nos Estados Unidos, o modelo é disponibilizado em cinco versões, com preços iniciais de US$ 21.840 – algo em torno de R$ 84 mil.

Foto: Divulgação
Kia Optima
Ficha Técnica

Kia Optima 2.0

Motor: Gasolina
Potência: 245 cv
Peso: 1.630 kg.
Porta-malas: 437 litros
Tanque: 70 litros
Produção: Coreia do Sul
Preço: US$ 21.840

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