Dicas para manter a piscina protegida da dengue

De acordo com arquiteta, as parte secas da piscina são as que merecem mais atenção


Famoso por causar um mal e tanto à saúde, o mosquito da dengue deve ser eliminado antes mesmo de nascer e o único meio de garantir que ele não vá atrapalhar o verão é erradicar todos os focos de águas paradas e sem tratamento. Por isso, até mesmo a piscina pede cuidado especial.

Segundo a arquiteta, Graziella Aguiar, as parte secas da piscina são as que merecem mais atenção. “O Aedes Aegypti deposita seus ovos nas paredes das piscinas, um pouco acima do nível da água ou enquanto ela está vazia. É justamente ali que as pessoas tendem a achar que ele não pode causar nenhum malefício, já que procria na água parada. Porém, após alguns dias tendo o contato esporádico com a água, alimentando-se de resíduos orgânicos, eles nascem, ainda mais se o tratamento com elementos químicos na piscina não estiver em dia”, explica.

O uso do cloro não tem 100% de eficiência, porém, ajuda no combate às larvas. Segundo a arquiteta, também é preciso estar atento ao residual de cloro ativo presente na água e mantê-lo dentro dos padrões recomendados pela vigilância sanitária.

Além disso, Graziella alerta que, neste período, em que o uso da piscina é mais frequente, a filtragem deve ser feita rigorosamente de acordo com as orientações dos fabricantes. “Normalmente, esse processo dura oito horas e pode ser feito na madrugada, por exemplo”. Ela também indica a limpeza das bordas com uma bucha ou vassoura regularmente e a aspiração e remoção de sujeira.

Fonte: Master House Manutenções e Reformas

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