Captei, amado mestre!

Professores e escolas se reinventam em favor da construção do conhecimento, estimulando os sentidos e surpreendendo sempre


Captar a atenção da garotada e mantê-la motivada nos estudos é uma ciência à parte para professores e escolas. Estabelecer conexão com os estudantes através da tecnologia pode ser uma boa saída em tempos de internet wi-fi e 4G. Mas não subestime os resultados de uma boa experiência pessoal!

Utilizar materiais que estimulem os sentidos, em especial o tato e a visão, é cada vez mais comum também nas salas dos ensinos fundamental e médio.
Vale tudo, de jogos a trailer de cinema, de passeios escolares a “acender” o fogaréu na sala. E…Adeus à decoreba!

Foto: Marcelo Rocha / O Liberal
Marcos, professor de química do Colégio Dom Pedro

O lema agora é a experiência individual em prol da construção do conhecimento. E nessa reinvenção do ensino, os professores têm papel fundamental. Profissionais que abusam da criatividade com o objetivo de instigar os estudantes e ajudá-los a fixar o conteúdo.

“Não adianta eu encher o aluno de informação. Ele tem o mundo nas mãos com seus smartphones e tablets. Será que minha aula é mais interessante que o mundo? Não, mas é possível mostrar a ele como usar essa ferramenta, e muitas outras, a favor do seu estudo, dentro e fora da escola”, pondera o professor de Língua Portuguesa do Colégio Ilimit, José Jorge Paulo Neto.

Além da experiência, autonomia. “Disponibilizamos o profissional e todos os recursos de que ele [estudante] precisa para aprender o conteúdo. A escola acompanha de perto a evolução do aluno, mas cabe a ele a responsabilidade sobre o seu estudo. É um compromisso com ele mesmo, do contrário é perda de tempo”, comenta a diretora comercial da Art Design, Fátima Cristina Scanferla.

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