As principais dúvidas sobre a depilação a laser

Especialistas da Mais Laser esclarecem como funciona, quem pode fazer e quais os cuidados pré e pós extração dos pelos


Um pelo incomoda muita gente. Muitos pelos incomodam muito mais. Pelos nas axilas, virilha e em outras partes do corpo incomodam muita gente e, por isso, descuidar da depilação está fora de cogitação. A depilação a laser aparece como um dos procedimentos mais procurados para a extração de pelos justamente por ser o mais duradouro.

“Entre uma sessão e outra é comum os pelos levarem de 30 a 60 dias para nascerem, dependendo da região”, comenta Paula Barros, da Maislaser Depilação de Americana.

Foto: Marcelo Rocha / O Liberal
Para maior eficácia, os pelos devem ser totalmente raspados antes da sessão, facilitando a ação do laser

A depilação a laser atua na eliminação de 90% dos folículos pilosos das áreas trabalhadas. Em média, é possível notar redução significativa na quantidade e espessura na região trabalhada após quatro sessões.

“Algumas pessoas precisam de mais sessões, mas geralmente em quatro já temos um resultado bacana, sendo necessária apenas a manutenção que varia de seis meses a um ou dois anos, dependendo do paciente”, completa Paula.

A energia do laser (em forma de luz e calor) é atraída pela melanina, substância que dá cor ao pelo e está presente na haste e na raiz do fio. Esse tipo de depilação é um método de extração progressiva, ou seja, de sessão em sessão, o pelo se torna cada vez mais fraco até ter sua raiz destruída pelo laser, evitando que o fio renasça.

O laser de diodo – utilizado pela Maislaser – é considerado um dos mais confortáveis e seguros do mercado devido ao seu alto grau de afinidade com a melanina do fio (e não a melanina da pele), podendo ser aplicado também em pessoas de pele morena e negra (fototipo 5 e 6).

“O calor gerado pelo diodo acontece dentro da máquina e não na ponteira, onde há contato com a pele. Outro diferencial é que não há dispersão de calor no processo, ou seja, ele é entregue por completo no bulbo do pelo. Então, com menos sessões eu diminuo a zero o risco de queimaduras”, comenta a também fisioterapeuta e sócia proprietária da Maislaser Depilação de Americana, Mariana Magalhães.

Mariana explica ainda que, para maior eficácia, os pelos devem ser totalmente raspados antes da sessão, facilitando a ação do laser “diretamente no pelo e na raiz que estão sob pele”.

O procedimento causa certo desconforto, porém é passageiro e suportável. A pele pode ficar mais sensível e, por isso, é contraindicado banhos quentes e exposição ao sol durante até sete dias após a aplicação do laser. O uso de hidratantes e protetor solar são altamente recomendados antes e depois da depilação.

Procedimento é definitivo?

A depilação a laser tem resultados mais duradouros, mas não é definitiva. “Enquanto você tiver uma vida saudável, uma vida hormonal acontecendo, o seu organismo irá produzir folículos novos de pelo. O laser vai eliminar 90% dos folículos pilosos, mas esses 10% o corpo vai fazer com que os pelos cresçam e aparecem”, explica Mariana Magalhães.

As áreas consideradas hormonais e, portanto, mais propensas ao aparecimento de poucos e novos pelos são axilas, rosto, virilha e região íntima. “Mesmo nessas regiões os pelos nunca mais vão nascer na mesma quantidade e espessura”, ressalta Paula Barros.

A depilação a laser é indicada para homens e mulheres e pode ser realizada em diversas áreas do corpo, da cabeça ao tórax e costas, do buço às mãos e virilha. Também é indicada para o tratamento de foliculite. O procedimento é contraindicado para gestantes, pessoas com vitiligo e quem esteja com algum tipo de lesão na pele. Diabéticos, pacientes com histórico de câncer e lactantes somente com autorização médica.

Câncer

Paula afirma que “o laser de diodo emite calor e é atraído pela melanina do pelo. Apesar do laser mais profundo, ele alcança até a raiz do pelo, não mais que isso. O câncer é a alteração nas células do DNA que pode ser provocada pela radiação de raios UV, o que não é o caso do laser, que tem efeito apenas térmico, não emite radiação”.

Consultoria: Maislaser de Americana

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