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Motors

Reestilizada, Toyota Hilux traz importantes melhorias mecânica

Caminhonete ficou com uma aparência mais agressiva, mas é sob o capô que está a maior novidade dessa atualização

Por Esaú Ponce - Auto Press

10 abr 2021 às 17:11 • Última atualização 10 abr 2021 às 17:12

Hilux ficou com aparência mais agressiva graças ao redesenho da frente, especificamente da grade e para-choque - Foto: Divulgação

Embora a Hilux seja uma picape cuja primeira geração data de 1968, foi durante a terceira temporada do programa inglês “Top Gear”, em 2003, que ela passou a ser considerada “indestrutível”.

Esta, inclusive, era a chamada da longa reportagem: “A Toyota Hilux é realmente indestrutível?”. Então, os apresentadores Jeremy Clarkson e James May literalmente fizeram tudo para provar o limite de uma Hilux Diesel de 1988, cujo hodômetro marcava mais de 300 mil km.

O número em si já representava um feito para praticamente qualquer modelo. O motor da picape deveria funcionar após cada prova, sem que os mecânicos usassem qualquer peça sobressalente. Na lista de desafios, a picape foi afogada no mar, incendiada, atingida por uma bola de demolição e colocada no topo de um prédio de 20 andares durante uma implosão. E no final de cada etapa, o motor diesel voltou a funcionar.

Até hoje, a Toyota navega neste marketing, mas por outro lado, teve de assumir o alto nível de resistência como um compromisso, que permanece também na oitava geração da Hilux, que acaba de passar por uma atualização.

A caminhonete ficou com uma aparência mais agressiva graças ao redesenho da frente, especificamente da grade e do para-choque. Os acabamentos da cor da carroceria combinam com partes pretas e cromadas, para gerar um visual mais marcante. O modelo traz ainda luzes diurnas (DRL), bem como os grupos ópticos dianteiros e também traseiros de led. Isso sem mencionar as novas rodas de 17 polegadas.

Mas é sob o capô que está a maior novidade dessa atualização de meia-vida – a atual oitava geração foi lançada em 2018. O propulsor turbodiesel 2.8 litros com quatro cilindros em linha apresentou uma grande evolução, com novos pistões e turbo mais poderoso, com pás 25% maiores.

A potência subiu de 177 cv para 204 cv, 15% a mais. Nas versões com câmbio automático, o torque pulou de 45,9 kgfm para 50,9 kgfm, ou um aumento de 11%. O câmbio automático também sofreu mudanças, com novas relações de marcha e conversor de torque reprogramado.

O sistema permite escolher o tipo de tração: H2, H4 ou L4, com bloqueio diferencial traseiro. O chassi também foi reforçado para melhorar o desempenho dinâmico e a suspensão
foi recalibrada.

No conteúdo, a picape da Toyota faz valer a contração das palavras em inglês High e Luxe, que deu origem ao nome Hilux. Mesmo na versão básica a diesel, SR, o modelo vem com um bom nível de equipamentos. O modelo da montadora japonesa custa no Brasil exatos R$ 222.490 (R$ 215.390 no Estado de São Paulo).

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