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Chevrolet

Minivan Spin Activ7 busca concorrer com os SUVs compactos

Veículo traz aspecto aventureiro com mudanças no design e toda a versatilidade dos seus sete lugares

Por Eduardo Rocha / Auto Press

12 dez 2020 às 09:24

Quando chegou ao mercado, em 2012, a minivan Chevrolet Spin tinha a tarefa de substituir de uma só vez os monovolumes Meriva e Zafira. E foi muito bem. Por alguns anos, o modelo sustentou um volume maior que a soma dos dois antecessores.

Além disso, compartilhava com o sedã Cobalt diversos componentes estruturais, que reduziam os custos e facilitavam a produção. Nestes oito anos, porém, o mercado deu uma guinada na direção dos SUVs e as minivans praticamente desapareceram do mercado.

A vantagem da Spin era ser compacta, mas capaz de oferecer até sete lugares. Nesse ponto, a General Motors reinventou o modelo, com a versão aventureira Activ7. Neste ano, o sedã Cobalt deixou de ser produzido, mas a marca sinalizou claramente que a Spin vai continuar em produção, ao promover pequenas atualizações para a linha 2021, como a adoção do controle de estabilidade.

Neste ano pandêmico, a Chevrolet viu as vendas da Spin encolherem de cerca de 2.500 para perto de 1.500 mensais.

A minivan com aspecto aventureiro também trouxe sutis alterações no visual externo, como a logomarca da Chevrolet em preto. Detalhes no para-choque, grade e saias laterais, que eram em prata, também ficaram em preto. Os faróis ganharam máscara negra, assim como a parte interna da lanterna traseira.

Na linha Spin, a versão mais completa é a Activ7, que tem preço inicial de R$ 103.790. Esse valor o deixa muito próximo ao de SUVs compactos com conteúdo semelhante, mas sem o mesmo espaço interno ou número de assentos.

A versão traz os itens usuais nas versões de topo de modelos compactos, como ar, direção, travas com controle remoto, faróis e lanterna de neblina, vidros e espelhos elétricos. Tem ainda rodas de liga leve aro 16 e sensores de luz, de chuva e de obstáculos traseiro.

O volante multifuncional, que tem ajuste apenas na altura, comanda som, telefone e controle de cruzeiro. A central multimídia MyLink traz tela “touch” de LCD com 7 polegadas, com conexão via cabo com aplicativos Android Auto e Apple CarPlay e Bluetooth – nesta tela é projetada a imagem da câmera de ré. O carro conta ainda com o sistema OnStar.

O revestimento dos bancos é em couro sintético e tecido com padrão mais esportivo, sempre em tons de preto, cinza e branco. A segunda fileira de assentos corrediça permite balancear a distribuição de espaço com os bancos da terceira fileira.

O motor é o conhecido 1.8 SPE/4 Eco, que rende 106/111 cv de potência máxima, com 16,8/17,7 kgfm de torque, com gasolina/etanol. Ele é gerenciado por um câmbio automático de seis marchas. Em relação aos sistemas de segurança, a Activ7 traz apenas o mínimo necessário, como airbags frontais, encosto de cabeça e cinto de três pontos para todos os ocupantes, além do ABS nos freios.

Já em relação ao controle de estabilidade, a adoção na linha 2021 foi para cumprir a resolução do Contran, que obrigava sua presença em 50% dos carros vendidos pelas marcas até janeiro de 2021 e em 100% até janeiro de 2022.

O caso é que, a pedido da Anfavea, a entrada em vigor dessa resolução foi adiada pelo Contran por dois anos – para, respectivamente, janeiro de 2023 e janeiro de 2024. Menos mal que a GM se antecipou e instalou o recurso na Spin.

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