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Paixão automobilística

Dia Nacional do Fusca: região tem 11 mil veículos ainda em circulação

Apesar de não ser fabricado há 26 anos, carro representa 1,6% de todos os veículos desses cinco municípios

Por Maria Eduarda Gazzetta

20 Janeiro 2022, às 09h01 • Última atualização 20 Janeiro 2022, às 09h04

O Dia Nacional do Fusca é celebrado nesta quinta-feira e, apesar do carro já não ser mais fabricado há 26 anos, a paixão por ele continua viva e se tornou um símbolo aos colecionadores. De acordo com o Detran.SP, nas cidades que compõem a RPT (Região do Polo Têxtil), o carro soma 11,2 mil exemplares circulando pelas ruas de Sumaré, Santa Bárbara d’Oeste, Americana, Hortolândia e Nova Odessa.

Ele representa 1,6% de todos os veículos desses cinco municípios, ou seja, a cada 100 carros, entre caminhões, motos, triciclos, entre outros, um é um VW Fusca.

A cidade que tem mais exemplares é Sumaré. No município são 3.090 carros. Em Santa Bárbara são 2.747. Em Americana, outros 2.595. Em Hortolândia são 1.992, seguido de Nova Odessa, com 847.

– Foto: Claudeci Junior / O Liberal

Para o presidente do Clube do Fusca de Americana, Heverson Knauer de Campos, o Teco, o carro é um símbolo da indústria automobilística mundial, além da ter fácil manutenção.

Segundo ele, para ser proprietário do carro, é preciso investir, em média, R$ 20 mensais em manutenções, como troca de óleo. Já o combustível, o Fusca faz, em média, 12 km por litro de gasolina.

Teco mesmo não tem só um, mas dois Fuscas. O primeiro foi fabricado em 1974 e está na família há 31 anos. Já o segundo é de 1966, e está caracterizado de Herbie, em alusão ao personagem criado pela Disney.

“Minha paixão pelo carro começou aos 10 anos, quando minha mãe me levou ao cinema para assistir ao filme ‘Se Meu Fusca Falasse’, primeiro filme do Herbie”, disse.

A paixão de Teco vai além dos modelos dirigíveis, já que mantém uma coleção de Fuscas em miniatura que ultrapassa mais de mil exemplares.
Para ele, o Fusca vai além de um sonho de criança e se tornou estilo de vida.

“Meus filhos viajaram muito no carro e posso dizer que é um veículo de família. Você também faz amizades com pessoas que não conhece, principalmente em encontros, só porque tem um Fusca”, conclui.

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