Sette Câmara acerta com a equipe DAMS para a temporada 2019 da Fórmula 2

O brasileiro Sérgio Sette Câmara vai trocar de equipe na Fórmula 2 para a temporada 2019. O piloto de 20…


O brasileiro Sérgio Sette Câmara vai trocar de equipe na Fórmula 2 para a temporada 2019. O piloto de 20 anos defenderá a DAMS, francesa, ao invés da inglesa Carlin, com a qual terminou em sexto lugar no campeonato deste ano.

A DAMS é uma das principais equipes da F-2, maior categoria de acesso à Fórmula 1. O time soma três títulos na competição, ainda quando era chamada de GP2. Neste ano, foi a terceira colocada, atrás apenas da campeã Carlin, que teve a participação do brasileiro, e da ART Grand Prix.

Em 2019, Sette Câmara vai ter como parceiro o canadense Nicholas Latifi, de 23 anos. O brasileiro vai substituir o tailandês Alexander Albon, que será piloto titular da Toro Rosso na F-1 no próximo ano, o que mostra a relevância do time para a principal categoria do automobilismo mundial.

O acerto entre o brasileiro e a DAMS já era esperado nos últimos dias, desde que Sette Câmara foi anunciado para os testes em Abu Dabi, a partir desta quinta. Foi a porta de entrada do piloto para o acordo em definitivo para o ano de 2019.

Com o contrato garantido, Sette Câmara vai dividir suas atenções no ano que vem entre a função de titular da DAMS na F-2 e o trabalho como piloto de testes e desenvolvimento da McLaren na F-1, seu maior objetivo na carreira. O brasileiro, contudo, já avisou que o seu foco em 2019 estará na categoria de acesso.

Em sua terceira temporada na F-2, o piloto sonha com o título e quer ao menos uma vaga entre os três primeiros colocados ao fim do campeonato para obter a chamada superlicença, exigência da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), para poder se tornar titular na F-1.

Em recente entrevista ao Estado, ele afirmou que pretende aproveitar este terceiro ano na F-2 também para ganhar maior experiência. Neste ano, Sette Câmara exibiu boa performance com a Carlin e terminou em sexto mesmo perdendo duas corridas, na etapa de Mônaco, em razão de um acidente que até causou uma lesão na mão direita, já recuperada.

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