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Esporte

‘Quer colocar o Brasil contra mim’, rebate Vini Jr. após crítica de Tiago Leifert

Por Agência Estado

03 de julho de 2024, às 23h54 • Última atualização em 04 de julho de 2024, às 09h33

O empate por 1 a 1 entre Brasil e Colômbia gerou uma série de críticas sobre o mau desempenho dos atletas da seleção dentro de campo. Entre eles, a principal referência do elenco brasileiro, Vini Jr. O atacante do Real Madrid se pronunciou nas redes sociais nesta quarta-feira para rebater a análise do jornalista Tiago Leifert, que definiu as atuações do camisa 7 como individualistas e pouco objetivas.

Em uma publicação do X, antigo Twitter, feita pela página ‘Real Mil Grau’, há um corte de uma live feita pelo ex-jornalista da Globo na segunda-feira, dia 2 de julho. O programa aconteceu três dias após a vitória por 4 a 1 diante do Paraguai. No vídeo, Tiago Leifert afirma que Vini “não está jogando para a seleção brasileira”.

“Esse não é o Vini do Real Madrid. O Vini jogou para ele. Ele não jogou pela seleção brasileira, ele está muito mais preocupado em acertar um drible do que dar uma assistência”, disse Leifert.

Após o compartilhamento do corte, o atacante respondeu a publicação afirmando que o apresentar quer colocar sua imagem contra o País e minimizou o alcance de público de Leifert. “Ele apenas quer colocar o Brasil contra mim e nossa seleção. Menos mal que poucas pessoas assistem ele”, escreveu Vini no X.

Em poucas horas, a publicação já alcançou mais de 160 mil visualizações. Nos comentários, os internautas se dividem nas opiniões, entre apoiar o atacante do Brasil e afirmar que os jogadores deveriam ouvir as críticas pelo momento ruim que vivem dentro de campo.

Ainda no corte do vídeo, Leifert critica a escolha de Lucas Paquetá para bater o pênalti diante do Paraguai. Antes de converter a cobrança que fez o quarto gol do time no jogo, o meia perdeu uma cobrança que poderia ter aberto o placar aos 30 minutos do primeiro tempo. Para o jornalista, o próprio Vini Jr. deveria ser o escolhido para as penalidades.

“Você tem na sua seleção o batedor de pênalti oficial do Real Madrid. Pressão para caramba e bate pênalti de Liga dos Campeões. E você tem o batedor oficial do West Ham United (clube de Paquetá). Com todo respeito, o bater oficial da seleção tem que ser o Vini”, explicou.

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