Confederação de Ginástica faz balanço positivo da atuação do Brasil no Mundial

Ao fim do Mundial de Doha, a Confederação Brasileira de Ginástica (CBG) fez um balanço positivo da participação brasileira no…


Ao fim do Mundial de Doha, a Confederação Brasileira de Ginástica (CBG) fez um balanço positivo da participação brasileira no Catar. Os dirigentes da entidade destacaram a medalha de prata conquistada por Arthur Zanetti nas argolas e o desempenho por equipes tanto no masculino quanto no feminino.

“Conseguimos pela primeira vez nos classificar para as finais feminina e masculina por equipes, inclusive fomos um dos cinco países que alcançaram esta marca. Fomos ainda o quinto maior país em presença em número de finais. Tivemos a medalha de prata do Arthur Zanetti nas argolas, além da Flavia Saraiva ter ficado a um décimo da medalha no solo. Acho que estamos no caminho certo”, avaliou Henrique Motta, chefe de delegação do Brasil no Mundial e coordenador geral da ginástica artística masculina e feminina da CBG.

No desempenho coletivo, Motta exaltou o resultado do time feminino, que vem evoluindo nas últimas grandes competições. “A seleção feminina conseguiu alcançar um resultado melhor do que na Olimpíada do Rio-2016, quando terminou em oitavo e aqui no Catar terminou em sétimo”, comentou.

Individualmente, ele enfatizou a oitava colocação de Flavia Saraiva no individual geral. “Vejo um saldo positivo para a ginástica artística do Brasil e o ano ainda não acabou. Vamos ter a participação de nossos atletas na etapa da Copa do Mundo em Cottbus, na Alemanha, agora em novembro”, declarou Motta.

Para a presidente da CBG, Luciene Cacho Resende, a boa campanha no Mundial já colocam o Brasil como uma das forças mundiais na modalidade. “Os resultados dos nossos atletas consolidaram o Brasil como uma das forças da ginástica mundial, o que nos incentiva a seguir com nosso trabalho.”

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