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Esporte

Gallo diz que oscilação é normal e elogia elenco do Santos na Série B

Por Agência Estado

10 de junho de 2024, às 14h39

Após o terceiro revés seguido do Santos na Série B do Campeonato Brasileiro, o executivo de futebol do clube, Alexandre Gallo, afirmou nesta segunda-feira que futebol é feito de vitórias e derrotas e que as oscilações são normais. “Precisamos fazer média de jogo competitiva”, afirmou Gallo.

De acordo com o dirigente, são necessárias 17 vitórias para a equipe voltar à Série A do Brasileiro. “Nós já temos cinco. Com até 12 derrotas, vários times já subiram, mas sempre subiram com 17 vitórias. A média é de 62 ou 63 pontos”, afirmou Gallo.

Após 9 de 38 rodadas, o Santos, apontado como favorito não apenas ao acesso, mas também ao título da Série B, acumula 15 pontos, com cinco vitórias e quatro derrotas. “Para o título, são 72 ou 73 pontos, e vamos brigar muito por isso”, disse Gallo. “Faz tempo que não vejo elenco tão concentrado que nem esse.”

O Santos já foi o líder do campeonato, mas pode sair da zona de acesso no complemento da nona rodada. “Em nenhum momento de vitórias tivemos qualquer tipo de soberba”, disse Gallo. “Não se constrói nada sem dor, sem ranger de dentes. Ninguém foi campeão só com alegria. Processos são doloridos.”

O executivo citou ainda alguns pontos fora da curva que fazem parte do futebol. A derrota para o Botafogo-SP, na sexta-feira, em Londrina, se encaixaria nessa classificação. “É imprevisível. Tivemos 23 finalizações, bolas na trave e o rival acertou dois chutes indefensáveis.”

Após a derrota no interior do Paraná, Gallo já havia falado que o Santos “pensava grande” para fazer contratações e voltou a reforçar o discurso. “Queremos qualificar tecnicamente a equipe. Nessa janela não pensaremos em jogador para compor elenco, só se for oportunidade de mercado.”

Além do mau desempenho em campo, o Santos viveu um pequena crise no elenco após Patati reclamar de ter que se deslocar de ônibus em determinados trechos durante a disputa da Série B. “Ele foi multado em 10% do salário. A gente tenta fazer a melhor logística possível, mas vivemos a Série B. Esse tipo de situação vai acontecer”, explicou Gallo.

O executivo falou também sobre a situação de Patrick, que ainda não correspondeu às expectativas. “Esperamos dele um grande desempenho, mas chegou com a parte física abaixo do nosso grupo. O Santos está aberto a qualquer tipo de negociação com qualquer atleta. Estamos trabalhando no sentido de ser um ano econômico.”

Gallo ainda falou que o apoio da torcida é essencial para que o time retome a boa campanha. “Precisamos da torcida do Santos para ser gigante. Não são pequenos atalhos e oscilações que vão nos tirar de rumo.”

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